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VÁRIOS
AUTORES
Por
que @s galeg@s devemos amar a Portugal?
«As
palavras, como os páxaros, voam sobre as fronteiras políticas»
DANIEL R. CASTELAO
(1886-1950)
Da fala e da escrita, Galiza Editora, 1983, pág. 79
«Mas
dentro de Portugal ficou a metade da nossa terra, do nosso espírito,
da nossa língua, da nossa cultura, da nossa vida, do nosso ser nacional.»
DANIEL
R. CASTELAO (1886-1950)
Carta a C. Sánchez Albornoz. Grial num. 47 - 1975
«É
seguro que a Galiza e Portugal se juntarão algum dia»
DANIEL
R. CASTELAO (1886-1950)
Sempre en Galiza. Cap. XIX Livro. 2º
«...a
nossa língua está viva e floresce em Portugal e no Brasil, falam-na
e cultivam-na mais de [dois centos] milhões de seres que, hoje por
hoje, ainda vivem fora do imperialismo espanhol
»
DANIEL R. CASTELAO (1886-1950)
Sempre en Galiza. Cap. XXIV Livro. 2º
«Desejo, ademais,
que o galego se acerque e confunda com o português»
DANIEL
R. CASTELAO (1886-1950)
Sempre en Galiza. Cap. XXIV Livro. 2º
«O galego é
um idioma extenso e útil, porque -com pequenas variantes- fala-se no
Brasil, em Portugal e nas colónias portuguesas.»
DANIEL
R. CASTELAO (1886-1950)
Sempre em Galiza, Akal Editor, cap. IV, livro 1º, pág. 41-42)
«É perigoso
que os espanhóis nos neguem o seu respeito e nos empurrem a extremos
que a ninguém convém, pois Galiza, [
], pode, mesmo, criar
um "perigo português" para Espanha.»
DANIEL
R. CASTELAO (1886-1950)
Carta a José Aguirre. Junho de 1994.
«Nengum galego
culto deve consentir que a fala do seu povo -umha fala de príncipes,
que ainda é senhora em Portugal e Brasil- seja escrava no pátrio
lar, sem direito a ir à escola nem a apresentar-se como igual do castelhano.»
DANIEL
R. CASTELAO (1886-1950)
Sempre em Galiza, Akal Editor, cap. VIII, livro 3º, pág. 285)
«Para adaptar a
nossa literatura aos leitores portugueses temos que admitir a sua ortografia,
quer dizer, a hoje válida em Portugal, somente com aquelas modificações
(bem pequenas por certo!) que exigem as diferenças da língua.
Este caminho já foi seguido polos flamigantes na Bélgica, que
houvérom de tomar a ortografia holandesa, o que lhes aumentou de maneira
considerável os leitores. Fagamo-lo, pois!»
JOÃO
VICENTE BIQUEIRA
Ensaios e poemas, pág. 183
«...nunca, nunca,
nunca, pagaremos aos nossos irmãos de Portugal o que nos hajam conservado
este e outros recordos, e sobre todo, que hajam feito do nosso galego um idioma
nacional.»
MANUEL
MURGUIA
Palavras na apresentaçom pública da RAG, 30/09/06
«Poucos galegos
se tenhem precatado do que Portugal é para nós. Portugal é
a Galiza livre e criadora, que levou polo mundo adiante a nossa fala e o nosso
espírito, e inçou de nomes galegos o mapa do Mundo.»
VICENTE
RISCO
Revista Nós, nº 79, 1930, pág. 143
«...oh, fala harmoniosa,
fala de Breogám!
Serás épica tuba
e forte sem rival,
que chamarás os filhos
que alô do Minho estám,
os bons filhos do Luso,
apartados irmãos
de nós por um destino
invejoso e fatal.
Cos robustos acentos,
grandes, os chamarás,
verbo do gram Camões,
fala de Breogám!»
EDUARDO
PONDAL
Fragmento. Queixumes dos pinos, pág. 126-127
«Enquanto exista Portugal nom morrerá, pois,
Galiza.»
ANTOM VILAR
PONTE
«Galiza tem de considerar a Portugal como baluarte da
sua independência espiritual...»
ANTOM VILAR
PONTE
«Existe entre o
galego e mais o português tam estreita afinidade que quanto mais português
é o português e mais galego é o galego, mais vêm
a se assemelharem»
RAFAEL DIESTE
Ante a terra e o céu, pág. 34
«Do mesmo jeito que os diferentes dialectos do castelhano
se escrevem coa mesma ortografia, ainda que a pronúncia andaluza, por
exemplo, difere consideravelmente da burgalesa, caberia umha ortografia unificada
para o ámbito galego-português, ainda que um falante compostelano,
um falante lisboeta e um falante evorense manifestem tamém as suas
peculiaridades na pronúncia»
RICARDO CARVALHO
CALERO
De ortografia galega, A. C. Francisco Lança (Ribadeu), Dez anos de
cultura galega, 1982
«...e dizemos de tanta importáncia para Galiza,
porque ao emancipar-se a Galiza bracarense do império espanhol, aquela
Galiza sueva tam altiva como compacta antes da Reconquista e despois da Reconquista,
ficava, por dizê-lo assim, dividida por metade. Ou a Galiza lucense
devia seguir a sorte da bracarense, ou impedi-lo a todo o transe, pois ficando
afecta à monarquia espanhola, sobre ficar incompleta, ficava excêntrica,
fora do seu assento moral e dos seus interesses de raça. De tolerar-se
a separaçom do reino de Portugal, reino nascido e formado na Galiza
bracarense, devemos ser portugueses antes que espanhóis, porque a emancipaçom
da Galiza bracarense da Coroa de Leom e Castela significava o triunfo perfeito
da nobreza sueva sobre a nobreza goda...»
BENTO VICETTO
«O verdadeiro meridiano espiritual da Galiza passa por
Lisboa e pelo Rio, e quanto antes reconheçamos esta verdade, antes
se abrirão à nossa antiga voz recuperada as possibilidades de
ecoar fora dos restritos confins comarcais nos que nos estamos fechando, cegos
às vastas perspectivas que temos diante dos olhos.»
ERNESTO
GUERRA DA CAL
«As que passam por eminências espanholas deveram
conhecer o Portugal Contemporáneo para convencer-se da sua pequenez
e insignificáncia.»
MANUEL CURROS
HENRIQUES
Fonte:
»
Portal Galego da Língua