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Num Clique!
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Por Ken-Che-Bai (*)
Escoitade este pequeno conto qu'ê de moito proveito.
Unha vez un vello petrucio estaba enfermo de morte. Chamou ao rente do seu leito aos nove fillos que tiña, e díxolle ao mais pequeno que collera unha vara de vimio e que a rompera. A vara rompeu fácilmente. Despois díxolle ao fillo mais vello, qu'era forte e valente, que rompera as nove varas xuntas. Por moita forza que fixo non puido nin siquera doblalas. Entonces dixo o vello petrucio: - "Xa vedes, meus fillos, qu' unha vara sola ê fácil de romper, pero todas xuntas non hai quen as dobre. Eu vou á morrer axiña, e rógovos que teñades sempre irmandá, que vos defendades todos xuntos, para que os vosos enemigos non poidan facervos mal."
Seguide, pois, asocíándovos; xuntádevos contra dos vosos enemigos, e seredes fortes. e seredes libres, e faredes libre e honrada, rica e poderosa, a terra quirida onde todos nacimos.
Manuel Lugrís Freire, Discurso dito em Betanços o 6 de Outubro de 1907. [+...]
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Quarta, 28 Maio 2008 (7:00) (583 visitas)
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Ernesto Vázquez Souza
Se a paixão conduz, deixemos à razão segurar as rédeas.
Benjamim Franklin
No Memorial do Convento, romance da autoria de José Saramago, entanto avança a trama principal por outros ares, uma grande massa de operários, atentamente vigiados pela tropa (que o povo não é quem mais ordena), tem de movimentar uma imensa pedra destinada a fazer a base das sacadas principais do Paço-convento de Mafra. [+...]
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Quinta, 8 Maio 2008 (7:30) (802 visitas)
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Ernesto Vázquez Souza
febres no corpo, brétemas na alma
e loitos que chorar,
para ter as feridas sempre abertas .
¡chega de abondo o que ficou detrás!
Ramon Cabanillas, No desterro, 1913.
Desque O’ELPAÍS Galiza começou a sua andaina estou a ler artigos muito estranhos de destacados intelectuais, vultos, animadores e outros tubérculos a falarem do nosso pequeno jardim das letras galegas. Textos, ao jeito daqueles tão didácticos e entranháveis de rua Sésamo, que comparo com outros que também vultos escrevem em La Voz de Galicia e mais outros que campam felizes no Galicia-Hoxe, em a sua Nosa Terra, noutros meios amigos e ainda em alguns blogues desses tão sofisticadinhos. [+...]
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Segunda, 14 Abril 2008 (6:00) (911 visitas)
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Ernesto Vázquez Souza
Como todos sabemos há factos pasmosos, muitos denigrativos, ofensivos e até reganhosos, fruto da maior incultura e ignorância bárbara; novas que nunca recolhe a imprensa galega, ou tudo o mais faz desde uma perspectiva tão grosseiramente ridiculista como direitosa. Factos ridículos e direitosos que passados meses, anos ou décadas ainda que volvam ser igual de pasmosos, bárbaros e denigratórios, continua a escamotear a prestigiada quanto subvencionada imprensa galega. [+...]
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Sábado, 12 Abril 2008 (6:30) (805 visitas)
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Sobre etiquetas, linhas e cores
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Ernesto Vázquez Souza
Para @s moç@s do IES Perdouro (Burela),
com saudades das muitas perguntas e da digníssima música que cifra a sua língua.
«La técnica de ensayo y error implica hacer y deshacer, significa aplicar el menor número posible de reglas estrictas, la menor precisión posible. Éstas son, en realidad, características própias de la poesía.»
Advertencia al Lector, Yona Friedman, pro domo, Barcelona, actar, 2006.
Quando eu era um cativo pergunteiro os meus pais enviaram-me a um infantário muito moderno, desses de desenhos, brinquedos e pedagogias muito avançadas. Lá, como na maior parte dos centros onde depois me tocou aquecer bancos por horas, não me adaptei bem. [+...]
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Terça, 18 Março 2008 (7:00) (965 visitas)
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