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Re: A língua, a energia e o Povo (Quando o cu é ilegal) (Pontuaçom: 0) por Visitante em Sexta, 18 Julho 2003 (3:16) | Já dixem no Portal que puxeram uma foto dum cu em lugar da minha cara mas não fixeram caso.
Se gostaste tanto, não sei porquê votaste só 1 ponto ;-).
Não, Alonso, tu e mais eu já não "iremos por eles" (uuuh!), mas as Novas Gerações Lusógrafas, aquelas que já não terão o referente étnico nem saberão quem foi Ramón Piñeiro, compreenderão que na desintegração mundial das línguas frente ao império do árabe e o chinês é melhor desintegrar galego-português-brasileiro tudo junto. Uma língua que morre unida permanece unida.
Saúde e Verão,
-celso
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Re: Não é de Bertolt Brecht (Pontuaçom: 0) por Visitante em Sábado, 19 Julho 2003 (2:27) | | O poema ao qual você faz referência não é de Brecht, mas do poeta alemão Martin Niemöller, también conhecido como o Pastor Niemöller, contermporário dele, e que foi muito conhecido na post-guerra pelas suas contribuções teóricas à "Vergangheitsbewältigung" [Confrontación do passado] dos alemães como indivíduos no contexto político nazista. Daí é o famoso poema, que curiosamente na Espanha sempre é erroneamente atribuido a Brecht porque Alianza Editorial o incluiu em varias antologías dele. |
| Pai |
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