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Este ano solicitárom o estudo da nossa língua os pais e mães de mais de mil crianças de Infantil e de Primária
PGL - A passada sexta-feira reuniu-se em Valladolid (Espanha) a Comissom Mista de Seguimento do Galego, órgão regional de Castela e Leom para valorizar a presença do galego no ensino dessa comunidade autónoma. Segundo os dados disponibilizados pola Conselharia de Educaçom castelhano-leonesa, este ano solicitárom o estudo da língua galega os pais e mães de mais de mil crianças de Infantil e de Primária nas comarcas galegófonas do Berzo e da Seabra. [+...]
O ensino da nossa língua em Castela e Leom produz-se graças a um convénio assinado com essa regiom espanhola e a Junta da Galiza em 2001 com o intuito de oferecer o galego como matéria optativa nos planos de estudos castelhano-leoneses. No entanto, a disponibilidade da matéria continua sujeita ao critério dos centros, que som quem devem aprovar a oferta.
Precisamente isto último é criticado pola berciana Associaçom Cultural Fala Ceive, que apesar de saudar positivamente que cresça a demanda do ensino da nossa língua no Berzo e na Seabra, consideram que ainda há muitas carências. Dentro destas assinalam que o galego continua sem ser ofertado nos centros da Veiga do Vale Cárcere, Carrazedelo, Quilous, Veiga de Espinhareda ou Faveiro, entre outros.
Para o colectivo normalizador, nom se pode deixar em mãos da direcçom de cada centro a decisom final sobre a oferta ou nom da matéria de galego. Por este motivo, consideram que deve chegar com que exista a demanda por parte de algum pai ou mãe para que automaticamente se oferte a matéria. «Estamos certos e que a solicitaçom inicial, e quiçá minoritária, desta língua própria do Berzo, num centro que ainda nom a oferte, incentivará posteriormente umha maior demanda social por parte da sua comunidade escolar», denunciam.
Fala Ceive pede também ao Conselho Comarcal do Berzo que inclua no seu novo sítio web um curso de língua galega aberto para qualquer pessoa interessada, «jovens, funcionários, imigrantes, emigrantes bercianos, estudantes, opositores e público em geral». A mesma reclamaçom é feita em referência ao portal educacional da Junta de Castela e Leom.
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