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Diversos meios informam da declaraçom pública da associaçom de membros da Guarda Civil, que afirma abertamente que os agentes continuarám a utilizar «a única língua que todos os espanhóis tenhem obrigaçom de conhecer».
PGL.- A Unión Federal de Guardias Civiles, umha das associaçons surgidas nos últimos anos no seio do corpo armado espanhol, manifestou a sua recusa a assumir a existência oficial do galego, afirmando que os fardados adscritos à Guarda Civil na Galiza continuarám a utilizar «a única língua que todos os espanhóis tenhem a obrigaçom de conhecer», inclusive quando a cidadania galega se dirigir em galego a algum deles.[...+]
A referida entidade acha que o Governo espanhol está prestes a marcar a obrigatoriedade de que as funcionárias e funcionários públicos, também a Guarda Civil, tradicionalmente refractária aos sinais de identidade alheios ao paradigma espanhol, venham a acatar a existência de umha língua cooficial na Comunidade Autónoma da Galiza. Para a UFGC, atrás das pretensons do Governo espanhol estariam as «pressons nacionalistas».
A polémica véu à baila após o compromisso contraído na passada quinta-feira polo ministro espanhol das Administraçons Públicas, Jordi Sevilla, para incluir na reforma da Lei da Funçom Pública a obrigatoriedade efectiva de que o funcionariado público destinado no território da autonomia galega atenda em galego as cidadás e cidadaos que assim o requerem.
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