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A livraria da Universidade de Valência foi atacada pola segunda vez num ano
PGL Países Cataláns - Pola segunda vez neste ano a livraria universitária de Valência amanheceu passada segunda-feira cheia de graffitis em que podiam ler-se os tópicos slogans anticatalanistas, fáceis de observar também noutros pontos da cidade. «Som valencians, mai cacalans (sic)» e outros lemas de carácter xenófobo aparecem com freqüência nas paredes e vidros desta instituiçom e outros centros que dependem de organizaçons normalizadoras da cidade. Porém, o preocupante nom som as inscriçons, mas o facto de as agressons, mesmo as físicas, terem aumentado durante o último ano. [+...]
Na inauguraçom da livraria já se tinham reproduzido os ataques de que som vítimas numerosos centros sociais e sedes políticas que o Colectivo Vinatea (habitual assinante destas acçons) considera catalanistas. O bar Terra, as sedes do PSOE ou do Bloc e a livraria da Universidade fôrom os últimos a ver as fachadas dos seus centros sujadas com a pintura azul que também luz na ‘senyera blavera’ que estes colectivos usam como bandeira anticatalanista.
Este novo ataque contra a Universidade confirma a teima da extrema-direita com a instituiçom académica. No último ano, de facto, dezenas de partidários de Coalicio (sic) Valenciana (partido que dirige o advogado secessionista Garcia Sentandreu) intimidárom o decano e o alunado de Direito dentro da própria faculdade. E também neste último ano a livraria 3i4 de Valência sofreu diversos ataques que provocárom destroços e mesmo um professor ferido polo efeito de um aerossol.
Rede violenta
Os inúmeros ataques a casais Jaume I (de Acció Cultural) e sedes de partidos políticos (mesmo incêndios) costumam aparecer assinados quer polo Colectivo Vinatea quer pola organizaçom Maulets 1707 (diferente de Maulets, um dos colectivos mais atacados). Todos os indícios apontam a que ambas as entidades estariam ateadas polos Grupos de Accio (sic) Valencianista (GAV), e nomeadamente polas suas juventudes, as JJGAV. Segundo o semanário L’Avanç, este grupo teria estado liderado nos últimos anos polos irmaos Rochina e tenhem no boletim Som o seu órgao de expressom, que usam, entre outras cousas, para aplaudir os ataques, encorajando a juventude para realizarem mais.
A principal palavra de ordem destes grupos (e de outros como Coalicio Valenciana que costumam minimizar a importáncia dos ataques) é ‘No mos (sic) fareu catalans’, slogan com que se apresentam como ‘ultravalencianistas’, mas a ninguém foge que costumam agir acompanhados por militantes da extrema-direita espanholista, recrutados no mundo do futebol ou próximos de Espanha 2000, muito implantada em Valência e tristemente famosa pola convocatória anual de manifestaçons xenófobas na cidade.
Porém, no valencianismo (denominado sistematicamente catalanismo pola extrema-direita) lamentam sobretudo, para além da acçom destes grupos (muito minoritários), a passividade da Delegaçom do Governo e da Generalitat Valenciana, que parece nom querer pôr à disposiçom judicial uns indivíduos sobejamente conhecidos e denunciados em inúmeras ocasions polas suas acçons violentas.
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