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Conselheiro da Educação da Junta de Castela e Leão avaliza a proibição
PGL.- Luviám é um dos concelhos galego-falantes da faixa leste -conhecido como galego estremeiro-, concretamente das Portelas, mas administrativamente pertencente à província espanhola de Samora (Comunidade de Castela e Leão). A língua galega e os seus falantes, embora a épica luta de pessoas como Felipe Luviám, continuam a sofrer discriminação, mesmo o respeito e protecção que lhes diz garantir o actual Esatuto dessa comunidade. [+...]
Se em 2002 umas famílias denunciaram o castigo ao que foram submetidas duas crianças, cujo pecado tinha sido falarem galego nas aulas (e por isso tiveram de escrever duzentes vezes «No hablaré gallego en clase» (sic) ), hoje, quatro anos depois, o director do centro continua a efectivar essa proibição, agora sob a justificação de ser uma «medida pedagógica».
Felipe Luviám, deputado PSOE nas Cortes de Castela e Leão, levou em passado 6 de Junho o caso ao Pleno das Cortes e a resposta que obteve do Conselheiro da Educação, Francisco Javier Álvarez Guisasola, foi pouco alentadora: Álvarez Guisasola avalizou a atitude do director da escola e defendeu a proibição do uso do galego argumentando que «Na escola fala-se castelhano e o galego fala-se fora ou nos recreios».
Fonte e mais informação:
+ A Mesa agasalla unha caixa de DVDs e banda desefiada aos escolares de Lubián e exíxelle á Junta de Castilla y León que finalice a «intolerábel prohibición» do galego, no sítio oficial da Mesa.
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