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PGL :: Verificar tema - Etimologia de "Rio Homem": pedido de ajuda
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Etimologia de "Rio Homem": pedido de ajuda

 
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Autor(a) Mensagem
Almeida
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Registro: 18-Apr-2005
Mensagens: 436
Morada: Minho - Portugal

MensagemColocada: Qua, 25-Out-2006 5:58 pm    Assunto: Etimologia de "Rio Homem": pedido de ajuda Responder com Citaçom

Car@s,

Venho pedir ajuda aqui numa dúvida que tenho ...

Já li algures (talvez aqui no fórum, não sei !?!?!) uma explicação para a etimologia de Rio Homem. O nome "Homem" do rio, não terá nada que ver com o mamífero, mas sim com o rio em si. Explico:

"Homem" será a grafia erudita, da forma galega "Home", que por sua vez é uma tradução do original Om, vocábulo de origem celta (???), que simplesmente quer dizer fonte, nascente, água corrente, ou simplesmente, rio.
Assim virá Rio Homem > Rio Om > Rio Rio.
O povo castrejo da zona chamava-lhe simplesmente, o Om, o rio.

Alguém me confirma isto? Haverá alguma correspondência do nosso Om nalguma das línguas de origem celta actuais?

É curioso, que ainda hoje, em pleno séc. XXI, em falas populares da minha zona, ainda se diga Rio Ome pela grafia Rio Homem.
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Barbosa
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Registro: Aug 10, 2002
Mensagens: 137

MensagemColocada: Qua, 25-Out-2006 9:32 pm    Assunto: Responder com Citaçom

Caro, quem che há saber disso é o nosso grande Higino Martins, professor galego-argentino conhecedor do celta antigo, grande celtista e linguista de grande autoridade. Pergunta-lhe se puderes pois a questom que pos aqui é de muito interesse e em mim causa muita curiosidade já que a minha vocaçom historiográfica e linguística me produz um grande remexido neuronial.
Nom sei se sabes ou podes contactar com ele. Tenho eu o seu correio.

Forte abraço.

P.S. A próxima vez que mergulhemos no OM (parece um mantra!!) fazemos a aposta outra vez mas desta volta com umha churrascada polo meio, num restaurante, eim?
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Almeida
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Registro: 18-Apr-2005
Mensagens: 436
Morada: Minho - Portugal

MensagemColocada: Qui, 26-Out-2006 9:28 am    Assunto: Responder com Citaçom

Caro Barbosa,

No blogue "Toponímia Galego-Portuguesa e Brasileira" explicam que apesar de aparentemente serem diferentes, os topónimos rio Homem e rio Dão, têm exactamente a mesma origem Om, só que divergiram na ortografia por questões de pronúncia. Assim o Om inicial (lido actualmente como são lidos -om, -on, - ão), na minha zona transformou-se em Ome, Home, Homem, enquanto da zona do Côa, Om tranformou-se assim: Om, de Om, Dom, Dão. Sempre evoluções de manancial. rio.

Ver aqui:
"Rio Homem, rio Dão"
http://toponimialusitana.blogspot.com/2005/11/rio-homem-rio-do.html

"Hidrónimos e nomes de rios"
http://toponimialusitana.blogspot.com/2005/11/hidrnimos-ou-nomes-de-rios.html

Extrapolando (e agora sou eu, não passando isto de uma teoria) não será esta também o origem do toponímo Ons, Ilha de Ons, Ilha dos rios? Há lá muitos rios? Não sei, não conheço ... alguém ajuda? Será que todos partem do inicial Om?

Também já vi que nas línguas gaélicas actuais rio anda à volta de abhain, que nada tem que ver com o nosso Om. De onde virá então?

Agora Barbosa, se me puderes enviar o endereço de correio do prof. Higino Martins, gostaria de entrar em contacto com ele, a ver se me pode ajudar. E no próximo mergulho no Om, fazemos a churrascada pelo meio e não precisamos de apostar sequer. icon_lol.gif
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Barbosa
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Registro: Aug 10, 2002
Mensagens: 137

MensagemColocada: Seg, 30-Out-2006 9:01 pm    Assunto: Responder com Citaçom

Olha, muito interessante. Ora, vou dar-te umha humilde opiniomzinha sobre qualquer cousa que comentas:
1-No que diz respeita da(s) ilhas de Ons, acho que nom deve ser porque haja rios, pois nom há nem o primeiro. Som ilhas muito pequenas nas que nom cabe a possibilidade da existência dos mesmos, mas acho que se nom é por rios, sim quiçá pola existência de muita água ao redor que por extensom de agua de rio possa passar-se a agua de mar. Bom, nom sei, é o que se me ocorre assim em frio.
2-O Abhain que dizes do gaélico é lido como algo assim "Avom" com o V fricativo e no qual achamos o famoso "-om" sem qualquer dúvida e com o significado de "Corrente de água". Lembra que na Galiza temos o rio "Ávia" em Riba d'Ávia, o "Deva" em Ponte Deva na raia entre as províncias de Ourense, Ponte Vedra e o Distrito de Melgaço, o "Eu" que faz fronteira entre Lugo e o Principado das Astúrias e cuja etimologia vem de "Ove", o rio "Aviom" que lhe dá o nome ao Município ourensano do mesmo nome e à Serra também do mesmo nome e...nas Ilhas Britânicas temos o "Avon" (stanford upon Avon, onde nasceu Shakespeare), "Devon" em Cornualha onde um dos seus condados é Devonshire...
3-O endereço envio-cho em correio privado agora mesmo.

Abraço.

Zé Manel

P.S. Aguardo polo churrasquinho hehehehe
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higinomartins
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Registro: Nov 27, 2002
Mensagens: 1
Morada: Cachimayo 11, 22º, A, Buenos Aires

MensagemColocada: Ter, 31-Out-2006 1:01 am    Assunto: rio Omem Responder com Citaçom

Nom frequento o fórum, mas neste caso devia intevir. Vejo ua controvérsia a respei-to do rio Omem (sic, a meu ver). Começando pelo final, gostaria de eliminar a hipótese dum céltico OM. Simpatizo com o esforço que levou para ela, mas o que na verdade existe na celtística é ON, "eau", mot imaginé por Stokes pour expliquer deux composés: onfais f."fait de plonger, plongeon" dat. onfaisi, et onchú "monstre aquatique". Mais aucune explication plausible n'a été fournie de ce mot, malgré Pokorny 807, qui compare en "eau" e an "id." (Vendryes).

Por que julgo a hipótese inconsistente? Além do incerto do vocábulo referido, este tem -N, nom -M. Vamos agora ao estimo o étimo certo do nome deste rio.

OMEM ocorre duas vezes ao menos na toponímia galega. No Cabo de Omem, na península do Morrazo, e no rio Omem, em Ourense. Nos dous casos o étimo é o latim omem, ominis "presságio verdadeiro". A justificaçom semântica envolve outros nomes do contexto, como Santa Eufémia, que antes foi o simples sancta euphemia "sagradas palavras de bom agoiro", depois canonizadas ao nom entender-se o sentido pagão.

No meu livro As Tribos Calaicas, que talvez apareãa proximamente, desenvolvo ao miúdo esta questom.

Higino Martins
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CDurao
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Registro: 06-Jul-2005
Mensagens: 137

MensagemColocada: Seg, 06-Nov-2006 10:54 am    Assunto: Responder com Citaçom

Caros: às pressas (desculpas!), recolho mais algum contributo ao respeito. No semanário galego "A Nosa Terra" (não posso precisar a data!), escrevia César Varela:

"Iste retallo de texto fornecenos a chave da explicación da orixe de cantidade de topónimos do noso país: A nosa fronteiriza Portela de Home, o Cabo de Home no Morrazo, a Rúa do Home Santo en Santiago ou a illa do Santo do Mar nos confíns litorais de Bueu. [...] Deberon ser istes lugares habitados no seu día por eremitas, chamados polo povo de “homes santos”, que ademais dos seus rezos, meditacións na soedade e eventuais excavacións da súa propria tumba na pena viva, contribuían á comunidade con algo mais material como o exercer de fareiros, de pastores ou de vixilantes en puntos recuados e estratéxicos."

E em correio particular:

"ILHA D`ONS : Aquí ONS é o masculino de ONAS ou DONAS (as ONAS de Ramirás, que val por “as monxas de Ramirás” )."

Finalmente, lembro eu: o Pe Sarmiento dava para Ons a etimologia "Daunos", e de facto tem-se grafado tb "I. Donze".

Se tiver tempo, voltarei por aqui.

Saudinha!

Carlos
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DaponteAnd
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Registro: 27-May-2006
Mensagens: 26

MensagemColocada: Qui, 09-Nov-2006 12:28 pm    Assunto: Responder com Citaçom

Caro Almeida, transcrevo o que Dom Isidoro Millán González-Pardo dize em:
Los nombres de Pontedeume y su río, el Castro de Ombre y la batalla de Pontumio, Verba. Anuario de Filoloxia – Universidade de Santiago de Compostela, Vol. 5, 1978, págs. 25-46:

“§9. Estas dos voces hidronímicas. U m e y A n ă r i s, ascienden a la diferenciación céltica del indoeuropeo occidental. Hace el caso, para una consecuencia que después expondremos, detenernos algo en su étimo.
El nombre del U m e es el mismo que llevan dos ríos Homem en Portugal. Uno de ellos afluye al Cávado a unos seis kilómetros de Braga, después de 50 kilómetros de curso a partir de su nacimiento en la sierra de Geréz que franquea por a Portela do Homem. El otro Homem es afluyente del río Támega, en el distrito de Porto.
Pero el mismo origen etimológico remonta, seguramente, el nombre de río Omecillo (< *U m e c ĕ l l u m) que recorre tierras de Burgos y Alava y se junta al Húmedo (acaso de *U m ĕ cum, con deformación analógica, como ve bien el propio Monteagudo) en Villanañe, que procedía de términos de Osma y de Caranca, corriendo ya unidas sus aguas, por los llanos de Bergüenda, a desembocar en el Ebro cerca de Puentelarrá.
En la provincia de Pontevedra pertenece a la familia léxica del Eume el río Umia (cuya “yod” estorbó la apertura del fonema inicial U-) y, en la de Orense, el Mao, nacido en la sierra de San Mamed, afluyente del Sil por la izquierda, que parece proceder de una base *U m ă n u m, pues aún le citan H u m a n u m documentos antiguos (nota no original 29) . Y es más que probable que otros derivados de la misma procedencia etimológica anden aún ocultos o deformados, en la hidronimia actual de nuestra región.
“§10. Constituye un problema etimológico que, según nuestras noticias, no se había abordado hasta aquí, el de identificar la raíz indoeuropea de las familias U m e y del A n ă r i s.
En la del primero es preciso incluir un río U m a n a (compárese nuestro Mao < *U m ă n u m) que el mapa antiquísimo conocido por Tabla de Peutinger consigna en la Alta Italia (Holder AS t. III c. 27) y el epíteto de un numen de una fuente salutífera, la S a l u s U m e r i t a n a, a la que se dedicó una pátera de plata en Castro Urdiales, Santander (CIL, II 2917; Holder AS loc. cit.).
Sin pretender exponer ni zanjar aquí circunstancialmente el problema, que implica otras varias conexiones y datos de la toponimia gallega, daremos cuenta de que los tanteos etimológicos más probables para U m e orientan hacia la raíz e m b h- / o m b h- / m b h- (Pokorni IEW, pp. 314-316) de que procede el latín imber “luvia” y la voz céltica de la Galia ambe “río” (< * m b h-i-s) o, aún con mayor verosimilitud, a una base *ū g u s m-i-s, constituida sobre la raíz u e g u- / u g u “húmedo, mojar, bañar” (Pokorny IEW, p. 1.118) de la que traen su origen el latín ūmōr / ūmĭdus, ūvōr / ūvĭdus, giego ύγρός, etc.” (as páginas transcritas sao 34-35).


*Risco, V., Geografía General del Reino de Galicia, Provincia de Orense, s.a. p. 569. Véase también en la misma obra, y em el tomo I o de la Parte General, el mapa del siglo XVII del P. Ojea, entre las pp. 34-35, que registra el río como Humaña, y, en el tomo de la Provincia de Lugo, p. 43, reproducción de un dibujo del P. Sarmiento que le llama río Humano.
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Almeida
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Registro: 18-Apr-2005
Mensagens: 436
Morada: Minho - Portugal

MensagemColocada: Sáb, 11-Nov-2006 8:30 pm    Assunto: Responder com Citaçom

DaponteAnd escreveu:
U m e y A n ă r i s, ascienden a la diferenciación céltica del indoeuropeo occidental. Hace el caso, para una consecuencia que después expondremos, detenernos algo en su étimo.

Caros Amigos,

Muito obrigado pela vossa ajuda e esclarecimentos.

Contudo, caro DaponteAnd, será que tem informção sobre qual o siginificado dessa "diferenciação céltica do indoeupopeu ocidental". Ou seja, será que sabe o que Ume queria dizer para os povos antigos?
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DaponteAnd
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Registro: 27-May-2006
Mensagens: 26

MensagemColocada: Seg, 13-Nov-2006 9:26 pm    Assunto: Responder com Citaçom

Caro Almeida, transcrevo em espanhol (não traduzo) o que diz o que Dom Isidoro Millán González-Pardo no artigo citado acima:

ORIGEN DEL TOPÓNIMO PONTEDEUME
LOS NOMRES DEL RÍO.

§6. Es de sobra sabido que PONTEDEUME debe su nombre al río que desemboca en sus proximidades y salva el puente. Pero conviene reunir y puntualizar en este informe algunos datos acerca de las denominaciones de esta vía fluvial. Porque ello, de rechazo, nos permitirá contribuir a depurar la actual nomenclatura toponímica de la zona y a iluminar interesantes aspectos de su historia primitiva.

§7. Dos nombres, ambos anteriores a la presencia de Roma en Galicia y, por tanto, a la de la misma lengua latina aquí, se le conocen al río que hoy llamamos Eume.

El primero de estos nombres es U m e, Aunque no se encontrase atestiguada esporádicamente esta forma en algún que otro documento antes del siglo XVII 25, se la deduciría por el mero análisis de la composición antigua existente en voces como Pontedeume < *Pontedeúme< *Ponte-de-U m e o Ribadeume< *Ripa-de-U m e, etc. y por la comparación lingüística, como veremos, con otros hidrónimos de igual etimologia que se encuentran, sobre todo, en Galicia y Portugal, o en áreas célticas de España.

Estas voces compuestas –Pontedeume, Ribadeume, etc.- produjeron a su vez, desde antiquísima fecha, una alteración del potanónimo U m e en Eume, al dar pie a una falsa interpretación de la –e final de la preposición de como elemento inicial del río <d>e U m e > e-U m e > Eume.

Nota 25 no radapê do artigo:
“La forma Hume com uma grafía que revela, cuando menos, el hiato no resuelto la tenemos em documento del año 1271 (citado em la nota icon_cool.gif, e incluso em el diploma de Fernando IV del año 1306 (citado em nuestra nota 24).
Um manuscrito de 1764, que se conserva em el Archivo General de Galicia, Descripción... de la costa de Galicia, emplea varias veces la forma Puentedeume (véase EMERITA t. XV, 1947, p. 77 y nota 1).
Um debatido verso de Fray Luís de León em su oda Virtud, hija del cielo, dedicada entre 1571-1572 a don Pedro Portocarrero, Capitán General de Galicia, sugiere que el poeta tenía conciencia de la primitiva denominación del río de la que aún persistía la pronunciación hiática. Dice la estrofa última de esta composición:

Dichosos los que baña
el Miño, los que el mar monstruoso cierra
desde la fiel montaña
hasta el fin de la tierra,
los que desprecia Ume la alta sierra.

Todos los manuscritos y ediciones presentan “de Ume”, cuya enmienda en Eume, propuesta por el P. Llobera, es infundada e innecesaria (vide Obras completas castellanas de Fr. Luís de León, edición del P. Félix García, en la BAC, Madrid, 1944, p. 1454).
El conocimiento que Fr. Luís de León tuvo de estos parajes pudo deberse a la noticia que no podía dejar de poseer del monasterio de Caaveiro, sobre el Eume, en un paisaje de agreste e imponente belleza natural. Pues Caaveiro había sido, desde muy antiguo, convento de canónigos regulares de San Agustín, y en esta condición permaneció hasta que se convirtió en colegiata, servida por seis canónigos y un abad, que vino a extinguirse a últimos del siglo XVIII (Coucerio Freijomil, Historia de Puentedeume, p. 59).
El P. Fernando Ojea (1568-1615) en un mapa de Galicia del siglo XVII sobrepone al trazo del curso del río el chocante nombre de Fume, rareza que no tiene otra explicación que el afán de repristinar a la imaginada grafía originaria y pronunciación gallega una mención, que sería usual en su tiempo, del río Ume, lo que al dominico gallego se le antojaría una deformación castellanizante (véase reproducción de su carta de Galicia en la Geografía General del Reino de Galicia, dirigida por Carreras Candi, t. 1 o de Parte General, s.a. entre las pp. 34 y 35).

Se Deus quer, manhã hei transcrever o que o filólogo sinala no seu livro “Toponimia del concejo de Pontedeume y Cartas Reales de su puebla y alfoz”, Excma. Diputación Provincial de La Coruña –Publicaciones, A Corunha, 1987. dentro das vozes do Luso-Galeco e Celta Hispano.

Se você desejar o artigo enteiro do Millán González-Pardo eu enviaria-lho ao endereço que me indicar no meu mail: AndreLopez_G@hotmail.com.

Com os meus melhores cumprimentos,

José André Lôpez Gonzâlez.
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DaponteAnd
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Registro: 27-May-2006
Mensagens: 26

MensagemColocada: Qui, 16-Nov-2006 8:35 pm    Assunto: Responder com Citaçom

Caro Aldeida,
Duas considerações de Dom Isidoro Millán (trancrevo-as do original):
Quando ele esaminar os topónimos de Santa Maria de Ombre diz:

«Adjudicado, pues, el número 1) al OMBRE de Puentedeume, agrego a él los caos siguientes, en los que cambio en Ombre la actual grafía pseudo-etimológica con H-:
2) Ombre: lug. De San Xián de Almeiras, ay. Culleredo (GG-Cor., I, p. 745);
3) Ombre: lug. De Santa María de Viceso, ay. Brión (GG-Cor., II, p. 482);
4) Ombre: lug. De San Xoán de Vilanova, ay. Miño (GG-Cor., II, p. 875);
5) Ombre: ltop. De Penacova, Portugal (J. P. Machado, DOELP, II, p. 483).

A. Moralejo aludió en dos ocasiones, que yo sepa, em 1952 y 1976, respectivamente, al topónimo Hombre/Ombre. Lo ponía, en 1952, entre los que tenían alguna probabilidad de pertenecer a la serie –bre (Toponimia gallega y leonesa, p. 73) y supone que existen 5 ejemplos de él en la provincia de Couña (íbid. y p 83, nota 71). Ha debido de escaparse uno a mis rápidas compulsas, que urgencias de impresión de este trabajo me impiden reemprender.
A estos topónimos debemos juntar otros que representan derivaciones adjetivles y que consigno a continuación:
1) Omeiro (< *ŭ m – a r i u m): lug. de San Jorge de Goá, ay. Cospeito (GG-Lug., p. 833)
2) Ombreiro (< * ŭ m-e r-ā r i u m) fel. de Santa María de Ombrerio, ay. Lugo (GG-Lug., p. 130)
3) Ombreiro lug. de Santa Eulalia de Bóveda, ay. Lugo (GG-Lug., p. 132)
4) Umoso (< * ŭ m – ō s u s): fel de Santa María de Umoso, ay. de Viana do Bolo (GG-Our., p. 803)
5) Ombral (< * ŭ m – ē r-a l i s): lug. de Santa Eulalia de Mariz, ay. de Trasparga (GG-Lug., p. 851)

Tanto em 1952 como em 1976, A. Moralejo había apoyado, com buen fundamento, la conexión de las formas 29, 3) y 5) com el étimo, ignorado por él todavía, de Ombre. (Mi artículo se publicó en Verba en 1978). Son, sin ninguna duda, formaciones que estriban en la raíz céltica de que dio los hidrónimos U m-e, U m-i a, *U m a n o > (O)mao, *U m-e c e l l u m > Omecillo, la S a l u s U m ĕ r i t ā n a, etc.

Podría acaso mantenerse por ahora alguna cautela com Ombral, por si habrá ingerido aquí un relacionado con ŭ m b r a (REW n.º 9046), pero las otras palabras, que se aplicarán a lugares “muy húmedos o irrigados, aguanosos” son en gallego híbridos, digámoslo así, celto-latinos. En alguno, incluso el sufijo tenía existencia probada en céltico. Bastan a manifestarlo las restituciones de sus bases que he propuesto arriba.»
(Toponimia del concejo de Pontedeume y cartas reales de su puebla y alfoz, Diputación provincial de Coruña, A Coruña, 1987, págs. 141-142).

E noutro lugar sinala quando estuda o dificilíssimo tema Ameneiral (amieiral):

«Me permito traer al recuerdo, como última observación, las diversas bases que estriban en esta raiz y cuyas formas he procurado restituir conjeturalmente en las páginas en que traté de OMBRE o de sus emparentados.

Es importante notar que U m e proviene, en última instancia de un tema en –i-, conforme a la propuesta que ya formulé en 1976: indoeuropeo *ū g u s-m-i > **ū m i- > U m e (IEW, p. 1118).

Obsérvese también que, sea esta u otra cualquiera su procedencia, el morfema –i- aparece en más derivaciones de la misma raíz. Es lo que ocurre, pongo por caso, en el potamónimo U m i -a o en el adjetivo latino u m ǐ-d u s.

Pero tampoco son estos los únicos ejemplos de combinación con un morfema –i- en bases de esta raíz. Los dos ríos Homem de Portugal, afluyentes el uno del Cávado, el otro del Támega, ascienden a una base *u m i-n e-. Los documentos medieavales nos presentan, en efecto, esta base idéntica: r i u u l o h o m i n e en el año 980 u o m i n e en el año 115 (Port. Mon. Hist. Diplom. et chart., t. I, pp. 50 y 305; apud DOELP, II, p. 783).»
(op. cit., pág. 154.

O sabio celtólogo pom no índice *Umi(s) e Ume entre as vozes pertencentes ao Luso-galego e Celta hispano (pág. 205).

Noutro momento hei expôr o pensamento do nosso autor, Dom Isidoro Millán, sobre a diferenciação céltica do indoeuropeu ocidental quando ele falar numa palestra do Auditório da Caixa de Aforros Municipal de Vigo e que fora publicada pola mesma entidade financeira, sem data de publicação, sob o título: “Raízes pré-latinas da cultura galega. Problemas e dados de língua e crenças”.

Sudinhas.

José André Lôpez Gonçâlez
(DaponteAnd)
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