Associaçom Galega da Língua

AGAL e CIG assinam protocolo de colaboração para promover os cursos aPorto

aPorto 2015O secretário-geral do sindicato CIG, Suso Seixo, e o vice-presidente da Associaçom Galega de Língua (AGAL), Valentim Fagim, assinaram um protocolo de colaboração entre as duas entidades para promover a participação conjunta em atividades de caráter científico-cultural, nomeadamente dos cursos aPorto.

No protocolo define-se o âmbito da colaboração que será desenvolvida entre ambas as organizações, com o intuito de aproveitar as potencialidades recíprocas —logísticas, humanas e de inovação—, e estabelecem-se também as condições gerais dessa colaboração nas atividades de consultoria, aplicação de descontos entre as pessoas filiadas ao sindicato, bem como na divulgação dos cursos aPorto entre as bases da CIG.

As duas organizações já colaboraram em anteriores ocasiões em ações de teor formativo, como cursos on-line de língua portuguesa, nos quais também tiveram descontos as pessoas filiadas ao sindicato.

 

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Ateliês OPS reforçam-se em 2015

Henrique Martins ministra um OPS! em Návia de Suarna (2015)

Henrique Martins ministra um OPS! em Návia de Suarna (2015)

No final de 2015 comprovar-se-á um reforçamento dos ateliês OPS (O Português Simples) a respeito do ano anterior. Isto vai ser possível graças, sobretudo, à renovação do convénio assinado entre a Associaçom Galega da Língua (AGAL) e a Deputação Provincial de Lugo. Mercê a esta colaboração, o organismo provincial destina 9.000€ para os estabelecimentos de ensino da província poderem contratar uma atividade formativa de primeiro nível, afirmação que se comprova pelo sucesso alcançado nos mais de quatro anos de experiência.

No primeiro ano de vida dos OPS!, 2011, foram ministrados 80 ateliês em toda a Galiza, os quais chegaram a mais de 2.000 alunos e alunas. No remate de 2015, e só na província e Lugo, serão no total 55 os ateliês ministrados, o que se traduz ...

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Mário Herrero Valeiro: «O galego ILG-RAG foi concebido, desenhado e implementado para que nada mudasse, aparentando que tudo estava a mudar»

Mário Herrero Valeiro

Mário Herrero Valeiro

A Normalização Linguística. Uma Ilusão Necessária, é a última edição da Através, chancela editorial da AGAL. Conversamos com o autor, Mário Herrero, responsável autorial de Guerra de Grafias, Conflito de Elites, editado em 2011, obra intimamente ligada à atual.

Que vai encontrar o leitor de Guerra de Grafias neste segundo volume?

Neste mundo curioso em que vivemos, as primeiras partes das obras acabam vendo a luz depois das segundas partes. É engraçado. Mas também é índice de precariedade. Contudo, a precariedade encoraja mais o pensamento do que superabundância. Neste segundo volume, o leitor de Guerra de Grafias vai encontrar, primeiro, a fundamentação teórica e a contextualização global desse velho livro e deste novo livro. O percurso lógico é ler primeiro o novo livro, Ilusões Necessárias, e depois Guerra de Grafias. Talvez alguém tenha a vontade de fazê-lo e, assim, acho que compreen...

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Novidade editorial: ‘A normalização linguística. Uma ilusão necessária’, de Mário Herrero Valeiro

Em 2011 Mário Herrero oferecia-nos Guerra de Grafias, Conflito de Elites, que repassava as políticas da língua que provocaram que a estratégia autonomista alcançasse o estatuto da oficialidade. Chega agora a outra parte da sua pesquisa, A Normalização Linguística. Uma Ilusão Necessária. Nesta obra, Herrero Valeiro fala-nos de uma ilusão necessária para nada mudar: a da normalização linguística. Assim o explica na contracapa do livro:

A normalização linguística, uma ilusão necessária (capa) - Mário HerreroA situação sociolinguística galega resulta do cruzamento de dous processos em aparência paradoxais: um antigo processo de substituição pelo castelhano das variedades galego-portuguesas faladas na Galiza, que se combina com um moderno processo de institucionalização de uma ...

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Pam, ‘pam'; norma lusitana, ‘norma lusitana’!

«O livro utiliza o Acordo Ortográfico», «eu escrevo no Acordo Ortográfico» ouve-se e lê-se com freqüência desde há algum tempo nos círculos reintegracionistas quando o respetivo falante ou redator se está a referir em exlusivo à norma lusitana, ao modelo de língua (escrita) do galego-português surgido e regulado em Portugal para codificar a variedade lusitana da nossa língua. É esta, com efeito, umha norma que umha parte do movimento reintegracionista utiliza na Galiza para plasmar (por escrito) a língua galego-portuguesa. Dessa plasmaçom, desse modelo, fam parte grafias, formas verbais, traços morfológicos e sintáticos, elementos lexicais… A outra norma utilizada por reintegracionistas galegos é, claro, a norma galega da AGAL, progressivamente estabelecida e regulada pola Comissom Lingüística da AGAL para codificar a variedade galega do galego-português, porque já a norma brasileira, polo seu considerável afastamento geográfico, morfossintático e...

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