Associaçom Galega da Língua

Pessoas ganhadoras do sorteio de bilhetes para ‘Jardim Suspenso’

Na fanpage da AGAL e o PGL no Facebook sorteárom-se já os bilhetes para assitir de graça à terceira peça do ciclo de teatro lusófono que entre janeiro e maio decorrerá em Santiago de Compostela. Os usuários e usuárias de Facebook Manuel Vilarinho, Crisanto Veiguela, Xiám Naia, Jéssica Beiroa e María Carballeira poderám assistir de graça à encenaçom de Jardim suspenso, de Abel Neves, que se estreia na sexta-feira, dia 13. As pessoas ganhadoras poderám escolher vê-la a qualquer data entre os dias 14 e 29 (incluídos).

As sócias e sócios da da AGAL poderám também desfrutar desta obra ao preço especial de 3 € graças ao acordo assinado entre a associaçom e a o CDG para a promoçom deste programa de teatro galego e português. Para terem a sua entrada reservada a preço especial deverám escrever a  Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar  antes do dia da funçom às 15 h, indicando o seu nome e apelidos.

A obra
Jardim Suspenso 2

Ódio, amor, raiva, frustraçom, impotência, medo, dúvida… som algumas das emoções que desfilam pola nova produçom do Centro Dramático Galego (CDG). Jardim suspenso, de Abel Neves, ganhou em 2009 a terceira ediçom do concurso teatral mais importante da lusofonia: o Prémio Luso-Brasileiro de Dramaturgia António José da Silva, uma iniciativa conjunta do ‘Instituto Camões’ de Portugal e da ‘Fundaçom Nacional de Artes – Funarte do Brasil’. Ademais da publicaçom do livro, esta distinçom levava consigo a encenaçom do texto numa coproduçom luso-brasileira. O espetáculo estreou no Teatro Nacional Dona Maria II em abril de 2010 com direçom cénica de Alfredo Brissos.

Na versom galega, a direçom teatral corre por conta de Candido Pazó e será estreada esta sexta-feira, dia 13 de março, sendo representada todos os dias até domingo 29. Sempre às 20:30h, menos os domingos, que será às 18 h.

A obra

Jardim Suspenso 1Até onde pode levar a fidelidade a um amor que nom é correspondido? Luzia, nova arquiteta, nom desiste da sua fidelidade. Concebeu um jardim despejado, composto tam só por fina areia bem alisada e umas poucas pedras, na antiga casa dos seus pais, o fogar que abandonou em três ocasiões e ao qual regressou sempre o pedido de Mateu, o seu amor impossível e com quem, sem ser o seu irmão de sangue, cresceu desde a infância. É a ele a quem Luzia lhe dedica este jardim zen que a família se dispõe a inaugurar quando Mateo anuncia que vai casar com outra mulher, Paula.

A partir desse momento, Luzia desiste de comer; decide abandonar-se dissolvendo-se na vida por inaçom. Numa espiral de dor, desleixo e vazio fecha-se frente os outros. Ignorando os seus sentimentos, a família tenta compreender o enigma. Mariana, a avó, resolve o mistério desde muito cedo. Com a sabedoria que propícia a idade, aconselha ao filho: “Se ouvimos bem, respiramos melhor”. Mas na casa, ninguém a escuta. Mas a vida continua e o jardim… suspenso.

Em Jardim suspenso, Abel Neves assina um texto que semelha simples mas que adquire uma enorme complexidade, pois é uma história da nossa condiçom humana. O dramaturgo português indaga nas relações familiares e no microcosmos no que se sustém o nosso (in)felicidade. E confrontam com o poder das palavras simples, essas que surgem quase sem nos dar conta e que, à mínima fenda, rematam convertidas em facas letais. Palavras com as que prometemos o impossível e com as que defraudamos as expectativas. Palavras que, de repente, já não servem pois já nom há ninguém que as possam ouvir.

O autor

Poeta, romancista, ensaísta e, sobre todo, prolífico dramaturgo, Abel Neves está considerado um dos nomes mais relevantes da dramaturgia portuguesa contemporânea.

A sua abundante produçom abrange mais de 30 peças teatrais publicadas e encenadas como Anákis, Amadis, Touro, Terra, Medusa, Amo-te, Atlântico, Finisterrae, Arbor Mater, Lobo-Wolf, El Gringo, Inter-Rail, Supernova, Fénix e Kota-Kota, A Caminho do Oeste, Amor-Perfeito, Olhando o céu estou em todos os séculos, Provavelmente uma pessoa, Este Oeste Éden, Qaribó, Ubelhas- Mutantes e Transumantes, Vulcão, Querido Che, A visita, A mãe e o urso, Sallon Yé-Yé, Vulcão, Flor e Cinza, Clube dos pessimistas ou Atlântica.

Além cultivou géneros como a poesia (Eis o Amor a Fame e a Morte e Quasi Stellar), o romance (Asas para que vos quero, Sentimental, Precioso, Cornos da Fonte Fria, Lisboa aos seus amores (Felizes e Aliança), entre outras) e o ensaio teatral (Algures entre a resposta e a interrogaçom). A sua obra, traduzida a multidom de idiomas, foi publicada ou representada na Alemanha, Brasil, Escócia, Espanha, França, Luxemburgo, Hungria e Roménia.

A ficha

  • Autoria: Abel Neves
  • Direçom: Cándido Pazó
  • Data: De sexta-feira 13 até domingo 29 de março, todos os dias às 20:30h e domingos às 18h
  • Lugar: Salón-Teatro (Compostela)
  • Cenografia e figurinismo: Carlos Alonso
  • Composiçom musical: Manuel Riveiro
  • Iluminaçom: Afonso Castro
  • Maquiagem: Martina Cambeiro
  • Produçom: Fran Veiga
  • Assistente de direçom: Belén Pichel
  • Versom galega: Cándido Pazó e Manuel Guede Oliva
  • Caderno pedagógico: Afonso Becerra de Becerreá
  • Comunicaçom: Ana Rosales, Ana Miragaya (Agadic)
  • Escritório de comunicaçom e imagem: Trisquelia

O post Pessoas ganhadoras do sorteio de bilhetes para ‘Jardim Suspenso’ aparece primeiro no Portal Galego da Língua - PGL.gal.

 
 

As mulheres da AGAL organizam-se na Quinta de Comadres

Quintadecomadresblogue

Hoje, 10 de março, nasce o blogue Quinta de Comadres, criado pela comunidade das Comadres, um grupo de mulheres dentro da AGAL que se organizou com o objetivo de compartilhar interesses e curiosidades comuns sobre género e língua.

Um dos projetos com que inicia a sua apresentaçom como grupo dentro da AGAL é este blogue, Quinta de Comadres, que utiliza os nomes e a simbologia do Carnaval para, como se indica na apresentaçom do projeto, dar resposta a perguntas como «por que sabemos tam pouco sobre as mulheres galegas que estám envolvidas em projetos ou trabalhos de grande interesse social?» ou «que melhor maneira de conhecer o que se está fazendo que falando com as suas protagonistas?».

O blogue conta com várias seções: corredoiras, espaço de entrevistas por onde «saem a correr» as iniciativas que o grupo vai encontrando; testamentos de comadres, seçom de opiniom; e mecos, para queimar ou salvar, área interativa para mostrar os ainda estereótipos, discursos e atitudes discriminatórios de género que consciente ou insconscientemente persistem na sociedade atual, mas também exibir o que o que já vai mudando.

Da equipa da Quinta de Comadres indicam que a participaçom no gupo é aberta e encorajam para a colaboraçom no projeto.

O post As mulheres da AGAL organizam-se na Quinta de Comadres aparece primeiro no Portal Galego da Língua - PGL.gal.

 
 

‘Palavras a Espártaco’, de Vítor Vaqueiro, novidade da Através Editora

O poemário Palavras a Espártaco, de Vítor Vaqueiro, é a mais recente novidade da Através Editora. A discriminação ortográfica —denunciada polo próprio autor— que sofreu num certame literário recebeu a solidariedade de centos de pessoas na campanha Galego em Liberdade, organizada pola AGAL.

Destacamos um trecho das palavras do autor apresentando o livro:

Foram a ira, a raiva, o desprezo, e, no limite, o desejo de vingança as peças principais deste conjunto de poemas.

O sofrimento e a exploração humanas são as mesmas por mais que troquem os nomes e passem os séculos. Todos os deserdados são contemporâneos nossos. A escravatura tomou forma de desemprego, marginalização e despejos. Espártaco exibe a sua cólera nas nossas ruas.

Depois de vinte séculos, Espártaco continua entre nós, interpelando a quem deseje ouvir a sua proposta.

Palavras a Espártaco (capa)

O autor

Vítor VaqueiroVítor Vaqueiro começa a publicar em 1979. A sua obra compreende poesia, narrativa e ensaio divulgador. Em 1984 recebe o Prémio da Crítica Espanhola na sua modalidade de poesia por A fraga prateada. Paralelamente ao seu labor literário tem desenvolvido um intenso trabalho no campo da fotografia.

Disponível já no Através Clube

O preço deste volume em livrarias será de 10€. Porém, as pessoas que sejam membros do Através Clube, recebê-lo-ão nas suas moradas por apenas 8€, sem custos adicionais de envio. Quem não for membro do Clube tem até 9 de março para se inscrever e beneficiar-se desta oferta. O livro só chegará às livrarias depois dessa data.

O post ‘Palavras a Espártaco’, de Vítor Vaqueiro, novidade da Através Editora aparece primeiro no Portal Galego da Língua - PGL.gal.

 
   

Chega a primeira peça teatral com preço especial para sócios e sócias da AGAL

sorteio - teatro

Sorteio de cinco bilhetes no Facebook da AGAL e o PGL

O amor dos infelizes inaugura a temporada de teatro galego e português programado polo Centro Dramático Galego em Compostela. O Salón Teatro acolherá nesta quinta-­feira, 22 de janeiro, o último passe da estreia absoluta desta produçom da companhia Teatro Bruto, que fecha assim a primeira desta obra após os seus passes em Guimarães (novembro) e no Porto (dezembro). Umha peça teatral construída a partir de umha adaptaçom dramática do segundo capítulo do romance O filho de mil homens, de Valter Hugo Mãe. Margarida Gonçalves, presença regular nos espetáculos da companhia Teatro Bruto, incorpora aqui a figura de umha anã, explorando territórios entre a personagem e o seu narrador, onde é espetadora de si própria e dos acontecimentos da história que narra, e, simultaneamente, veículo dos sentidos mais amplos e complexos que o texto propõe.

As sócias e sócios da da AGAL poderám já desfrutar de um preço especial de 3 € graças ao acordo assinado entre a associaçom e a o CDG para a promoçom deste programa de teatro galego e português. Pata terem a sua entrada reservada a preço especial deverám escrever a Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar antes do dia da funçom às 15:00h, indicando o seu nome e apelidos. Além, da fanpage da AGAL e o PGL no Facebook sortearemos 5 bilhetes para assistir gratuitamente a esta obra.

‘O amor dos infelizes’

Esta é a história de uma mulher anã que vive à sombra da piedade dos habitantes de um pequeno povo do interior. A anã, que apenas mede uns oitenta centímetros, desengonçada e atrapalhada no andar, sempre a gemer de dores, é para as outras mulheres como um ser rasteiro, como umha criança que nunca cresce. “Sem que fosse gente, dizia­-se.” A sua existência limita­-se, aos olhos dos outros, à sua deformidade, à sua monstruosidade, à intransponibilidade daquele corpo. Vive das sobras das pessoas grandes, do amor possível ­ o amor dos infelizes.

Este espetáculo está desenhado para circular facilmente por diferentes espaços de apresentaçom, servindo de “cartom de visita” do projeto, global e abrangente, que a companhia tem vindo a desenvolver com o escritor Valter Hugo Mãe. Trata­se de um monólogo que tanto pode ser apresentado em simultâneo com outros espectáculos, como pode integrado em formatos mais consentâneos com atividades culturais pontuais, como conferências cénicas e leituras encenadas, podendo, assim, ser vendido e circular em espaços com menos meios técnicos como, por exemplo, festivais e encontros de literatura. A encenaçom inspira­-se no formato da conferência ou palestra sobre este “conto”, afastando-­se da obra literária e aproximando­-se do universo da oralidade dos contadores de histórias. Este espetáculo pode ser apresentado a um público escolar, neste caso, segue­-se ao espetáculo umha conversa com a atriz e a encenadora.

Continuar...
 
 

AGAL abre debate entre as suas bases sobre a participaçom na manifestaçom de 8 de fevereiro

A Associaçom Galega da Língua (AGAL) abriu debate entre as suas bases sobre a participaçom na manifestaçom que a plataforma Queremos Galego convocou para 8 de fevereiro.

Votaçom da AGAL no Loomio

Embora a AGAL nom fai parte da plataforma, apoiou várias das suas mobilizações, nas quais participou também ativamente. Sempre que a associaçom marcou presença, procurou «fazê-lo de umha maneira positiva», indica o presidente, Miguel Penas. Além disto, a participaçom da AGAL visou «ultrapassar o estado atual da língua na Galiza e a estratégia elaborada nas últimas décadas»; neste ponto, o facto de se dedicar o Dia das Letras de 2015 a Filgueira Valverde, promotor do Decreto Filgueira, «abre umha muito boa oportunidade para isto».

Conforme anunciado na última assembleia geral, a associaçom enceta neste 2015 umha nova etapa no que diz respeito dos debates internos. Desta maneira, a conveniência de a AGAL participar na manifestaçom será a primeira grande decisom submetida ao debate público entre os sócios e sócias da entidade reintegracionista. Para isto, abriu-se um espaço na plataforma Loomio (a inscriçom é gratuita) no qual as bases agálicas devem responder umha única pergunta:

Achas que a AGAL deve participar como coletivo na manifestaçom deste 8F?

O debate e a votaçom estará aberta até o domingo 25 de janeiro (incluído). O debate será aberto e qualquer pessoa poderá ler as opiniões publicadas no fio, mas só aquelas que estejam associadas à AGAL poderám participar e votar.

 
   

Pág. 2 de 44

Actualidade da Língua no PGL