Associaçom Galega da Língua

Assembleia geral da AGAL e jantar de convívio no Culturgal

O presidente do Conselho da AGAL, nos termos legais e estatutários, notificou a convocatória de assembleia geral para o vindouro 6 de dezembro (sábado). Será às 11 h em primeira convocatória e 11h30 na segunda. Decorrerá na Paço da Cultura de Ponte Vedra (rua de Alexandre Bóveda, s/n).

O objetivo desta localizaçom é, mais um ano, ligar a assembleia com a celebraçom do Culturgal, evento em que a associaçom contará com um posto próprio.

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Chega a Noia ‘Cantigas de Santa Maria. Arte BDieval’

Desde o dia 10 até o 30 deste mês, está a decorrer no IES Virxe do Mar de Noia a exposição de banda desenhada Cantigas de Santa Maria. Arte Bdieval. A mostra, editada em português, analisa a vinculação das cantigas medievais de Santa Maria com a banda desenhada.

Cantigas de Santa Maria - arte BDieval (Noia) 1 Cantigas de Santa Maria - arte BDieval (Noia) 2

 

Esta exposição é uma amostra organizada pela associação BD Banda em colaboração com a escola de BD O Garaxe Hermético e a Associaçom Galega da Língua (AGAL). Compõe-se de dez painéis a toda cor que explicam de maneira didática alguns dos recursos da banda desenhada que aparecem na obra, tais como a composição de página, a representação do tempo e a integração de texto e desenhos. A exposição também oferece informações relativas à história, à língua ou à elaboração dos códices medievais.

A exposição das cantigas está a ser divulgada e desenvolvida nos estabelecimentos de ensino junto com um guia didático em que se propõem atividades relativas às cantigas medievais, encorajando a as compreender como um projeto multimédia que se pode tratar a partir de disciplinas como a Literatura, a História, a Música ou a Arte.

Para a contratação desta exposição, pode-se contatar com Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar .

 
 

Antom Díaz, músico e operário: «Umha ofensiva pola língua e cultura galegas contra a colonizaçom é a estratégia que fai ganhar, e nom andar na defensiva»

PGL - Antom é baixista. Foi fundador de Os Papaqueixos e de A Turma Angolo Galega e hoje forma parte de Os 3 Trebóns – junto ao Xurxo Souto e Fran Amil-, dos Ulträqäns, e da Banda Tic-Tac -um projeto para miúdos-, entre outros.

Quanto à língua, acha que «estamos a perder a guerra da colonizaçom espanhola, e temos que mirar por soluções próprias e mesmo imaginativas». No que atinge ao terreno musical, acredita que a indústria musical galega «está em cueiros; ainda pior, «em cueiros usados». Destas e doutras matérias falámos com ele na entrevista que oferecemos a seguir.

Andas em três projetos musicais quase ao mesmo tempo e já fundaste outros. Ao que parece, Antom Díaz é músico as 24 horas do dia. É mesmo assim?

O dia só tem 24 horas??? Horror!

Nem tenho estudos musicais, nem me dedico profissionalmente à música, que mais quigera eu!. Na realidade, como muito, ensaio duas horas nas quartas-feiras e aproveito o pouco tempo que me queda para fazer os espetáculos no fim-de-semana. Trabalho como engenheiro de soldadura, e entre o ferro e o estudo constante que exige a minha profissom, nom fica muito tempo para estar com os meus, nem para dedicar-me ao que realmente me enche, que é a música. Encher nos dous sentidos espirituais que agromam no mundo do rock, no de alimentar o espírito e no das bebidas espirituosas, claro.

Aliás, entre os projetos musicais nos quais milito, falta citar o meu vizinho e grande artista corunhês, Manolo —conhecido como Cañita Brava—, umha pessoa que é artista da cabeça aos pés e da qual sou admirador.

Quando e como chegaste à música? Há algum projeto novo que tenhas entre mãos?

Quando era um rapaz de 16 anos. Nunca colhera um instrumento musical nas minhas mãos assim que, daquela época, a vontade de tocar só era comparável com a ignorância absoluta que tinha do tema. Mais ou menos como agora. Nos últimos anos argalhei junto com colegas os projetos Ondas Martenot (homenagem ao Lois Pereiro) e a Banda Fura Fura (tributo ao Zeca Afonso).

Agora, por motivos familiares, o tempo vai dedicado mais ao nosso pequecho que tem onze messes e merece todo o pouco tempo que me deixa o meu trabalho. De todos os jeitos, os Ulträqäns sacámos este verão passado o nosso segundo álbum e andamos a publicitá-lo um chisquinho polos palcos galaicos (por favor, comprem o nosso disco!! www.ultraqans.net).

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Júri do certame Pérez Parallé adere à campanha ‘Galego em Liberdade’

A resoluçom do júri do certame poético Pérez Parallé, que ganhou o catalám Eduard del Castillo, apoia a campanha Galego em Liberdade, iniciada pola AGAL na passada semana e que já reuniu mais de 540 assinaturas.

Em concreto, a ata deste prestigiado prémio poético «recusa a censura normativa» pola qual venhem sendo «vitimados» galegos e galegas que vivem a sua língua como «sendo comum com a doutras sociedades», em clara referência ao resto da Lusofonia. Ademais, defende esta posiçom integradora «em coerência com a tradiçom e história do galeguismo».

Ainda, na linha da própria campanha da AGAL, o júri do Pérez Parallé afirma que no caso dos prémios literários deve prevalecer «a qualidade artística das propostas». Finalmente, sugerem à organizaçom deste certame e de quantos outros se convocarem no País que incorporem nas suas bases a nom discriminaçom por razom «de norma ou de modelo lingüístico», para desta maneira contribuir «a que as atitudes censoras fiquem como umha relíquia do passado».

+ Para mais informaçom:

 
 

Otimismo e força na festa de boas-vindas à AGAL 2014

Há já vários anos que a AGAL organiza umha pequena festa —quer em formato jantar, quer ceia ou petiscos— para receber e dar as boas-vindas às pessoas que entram na associaçom. É complicado saber se existem muitas associações no nosso país, ou noutros, que tenham este costume assente. Para o presidente agálico, Miguel Penas, «dá para desconfiar que, por desgraça, sejam bem poucos os casos deste tipo de eventos». Na sua opiniom, «é umha mágoa», porque «nada pode substituir o contato humano e direto», nada pode «substituir a proximidade ou umha conversa olhando, ao vivo, às pessoas interlocutoras».

Do Conselho da AGAL agradecem às «amigas e amigos» que acompanhárom este e outros convívios, também «àquelas novas sócias e sócios e a quem já nom é tam recente», pois é graças ao seu apoio que a associaçom pode continuar. «Já avançámos muito, e graças a vós podemos construir os alicerces para termos umha estrutura que cada dia poda ser mais sólida e eficaz. Em definitiva, construir umha AGAL mais útil», explica Penas.

Para perceber a qualidade humana deste alargamento da base social agálica, só é preciso dar umha vista de olhos às entrevistas da série AGAL-Hoje, diálogos nos quais observamos o variado perfil das pessoas que contribuem «a aumentarmos a nossa mais grande riqueza» —afirma Penas—, mas que também mostram onde é que está «o nosso maior potencial: a sua generosidade», sentencia o presidente da AGAL.

No passado sábado, dia 8, foi possível, mais umha vez, sentir essa força e entusiasmo. Em Vidám, nas redondezas de Santiago de Compostela, amigas e amigos —também na língua— que se juntavam para desfrutar do galego percebido como português; sentido-se mais felizes, mais alegres e mais dignos, conseguindo agir como galegas e galegos plenamente. Otimismo e vontade de avançar com firmeza, transmitindo esta maneira de viver a nossa língua. Assim som as festas de bem-vinda à AGAL.

O presidente, Miguel R. Penas, dá a bem-vinda ao jantar Panorâmica da mesa Novamente o 'prési', agora explicando a estrutura da AGAL Aurora, respondendo as perguntas 'surpresa' Susana, manifestando-se Na foto, a vez de Táti Já agora, fala o Alfredo Um dos veteranos: Gerardo Mais um veterano, o Manuel Mais um picheleiro, Ugio desde Sam Lázaro Eduardo gravando Ugio Paulo também se 'explicou' Lola colocou um ponto de perspetiva Ao longe, Iván falando Sabela e Pichel com trabalhos paralelos Xián, respondendo as perguntas Xián, oferecendo lotaria da Semente-Vigo Encerrou o evento a sócia mais jovem, Aloia

 
   

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