Associaçom Galega da Língua

Martin Mendes Passarim: «Sem dúvida umha das maiores vantagens que tem o reintegracionismo é a aproximaçom do Brasil à sociedade galega»

PGL- Martin Mendes Passarim, natural de Návia de Suarna, é reintegracionista desde há relativamente pouco tempo, há uns 3-4 meses, é tivo que ver em parte o facto de viver em Dublim, onde há muito brasileiro. Atualmente está a trabalhar de engenheiro nesta cidade, mas também morou mais de umha década na Catalunha.

 

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Assembleia da AGAL e festa da editora Através em Compostela

PGL- O presidente do Conselho da AGAL, nos termos legais e estatutários, notifica a convocatória de Assembleia Geral para o vindouro 29 de março (sábado). Será às 11h00 em primeira convocatória e 11h 30 horas na segunda. Decorrerá no Museu do Povo Galego (Sam Domingos de Bonaval s/n), em Santiago de Compostela.

Nesta primeira assembleia do ano há vários temas a tratar com a seguinte ordem do dia:

  • Ler e aprovar, se proceder, a ata anterior
  • Aprovar a figura de "amigo/a da AGAL" com compromisso de o incorporar no texto definitivo dos Estatutos da seguinte assembleia extraordinária
  • Informar da campanha: sobe a tua quota e leva um livro por cada lanço
  • Informar do convénio com a Ciranda
  • Projetos de destaque para 2014: Últimos lançamentos da Através. Apresentaçom do Através Clube. Campanha 'O mundial fala galego'. éMundial2014. Novo PGL 3.0. Site de formaçom
  • Apresentaçom e aprovaçom, se proceder, das contas de 2013
  • Outras questons

Caso alguém nom poda assistir, pode delegar o seu voto nos pontos número 2 e 6 num outro sócio ou sócia enviando um email para secretaria[arroba]agal-gz.org a indicar a pessoa em quem delega. As pessoas presentes na assembleia só podem levar um voto delegado. Depois da assembleia haverá um jantar no restaurante Grândola (rua Cardeal Payá 18, ao pé da praça de Massarelos). O preço é de 20 euros . Quem desejar reservar vaga(s) só tem de enviar um email para secretaria[arroba]agal-gz.org.

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Luísa Cuevas Raposo: «Sei da existência da AGAL hai muitos anos mas realmente nom sei mui bem que é o que faz. Esta é a razom pola que me associei, para conhecê-la, aprender… saber mais.»

PGL- Luísa Cuevas é neo-falante, natural de Vigo mas leva 32 anos em Madrid. Agora reformada, gosta de viajar e chegou hai pouco duma viagem de Costa Rica.

És natural de Vigo, mas levas em Madrid 32 anos. Como é a situaçom dumha galegofalante em Madrid?

Todo o meu ambiente sabe que som galega, que me preocupo polo que acontece na minha terra, que apoio certos movimentos na Galiza e inclusive algum e alguma das minhas colegas estudárom galego. Nos primeiros anos da década de 90 um membro da AGAL deu um curso de galego reintegrado em Madrid ao qual asistírom companheiros meus.

É comum o caso de galegos e galegas que, no exterior, reparam mais na sua identidade. O teu caso nom é umha exceçom, pois nom?

Acho que nom é que repares mais na tua identidade mas que o vives de forma diferente.

Quando percebeste que o galego era mais do que te ensinaram na escola?

No meu tempo nom se estudava galego na escola. Eu cheguei ao galego por conciência política; o primeiro curso que figem foi nos primeiros anos da década de 70.

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Carlos Garrido inicia colaboraçom no Sermos Galiza com apontamentos para o uso correto do léxico galego

PGL - O professor Carlos Garrido, presidente da Comissom Lingüística da AGAL, inicia umha colaboraçom no semanário Sermos Galiza. Na nova seçom Língua, o professor Garrido realizará apontamentos lingüísticos «com o objetivo de promover um galego de qualidade que funcione como língua de cultura», assinalam da publicaçom na apresentaçom do novo espaço.

Estudioso da língua especializada, lexicógrafo e tradutor científico, Carlos Garrido (Ourense, 1967) é professor titular de traduçom técnico-científica na Universidade de Vigo e autor, entre outras obras, do Manual de Galego Científico (2000 e 2011) e de Léxico Galego: Degradaçom e Regeneraçom (2011).

Na seçom Língua, a focagem principal de Garrido será no léxico, porque «é um dos campos que precisa maior reflexom e umha viragem de estratégia». Desta maneira, tratará os problemas principais que padece o léxico galego nesta altura e que condiciona a forma, por um lado, mas também o seu caráter funcional.

A maior parte dos problemas que deteta som de défice de termos: «desde o século XV, o léxico nom se enriquece, e isso levou a umha externaçom; as lacunas som preenchidas com castelhanismos». Por esta razom, nesta altura «temos que decidir como preenchemos essas lacunas e se admitimos ou nom castelhanismos». Esta problemática, que julga ser «mui grave para o galego», será um dos assuntos principais dos artigos, nos quais analisará este tipo de questons a partir de umha orientaçom prática, um caráter divulgador para que qualquer utente da língua, seja qual for a sua conceçom da língua —isolacionista ou reintegracionista—, poda melhorar a sua qualidade.

O primeiro contributo do professor Garrido aparece publicado já no número do Sermos Galiza que corresponde a esta semana e intitula-se «Umha cobra no jardim lexical galego», por volta das diferentes maneiras de designar os ofídios.

 

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Entrevista a Ricardo Gil, enfermeiro: «O galego para mim é um orgulho, umha vantagem e umha responsabilidade»

PGL - Ricardo Gil é enfermeiro de profissom, descobriu a utilidade da língua ao ir trabalhar a Leiro e às zonas "raianas"

de Lóvios, adora viver o galego como umha língua internacional e decidiu associar-se à AGAL depois de abrir os olhos durante um ano de estágio em Portugal. Para além disso é um apaixonado leitor de livros e devece por aprender a língua.

Qual a tua experiência de falar e de receber aulas em galego na tua profissom de enfermeiro? Qual a utilidade do galego no meio sanitário?

Na Escola de Enfermagem de Ourense, embora quase todo o quadro de pessoal soubesse galego, este praticamente nom existia. Os apontamentos e os exames eram maioritariamente redigidos em castelhano e, ainda que havia professores e companheiros da turma que falavam e escreviam em galego, a presença da nossa língua era ínfima.

O galego é mui útil no meio sanitário por umha cousa mui clara, o modelo de doente ingressado ou que requer tratamento, costuma ser uma pessoa idosa, e esse perfil tem como fala natural o galego. Assim, se quisermos saber o que é a comichom, a dor, o joelho/geonlho, o tornozelo, se som alérgicos ao "pó" ou ao "polvo" (isto é brincadeira minha), temos que saber galego. Esta é a sua utilidade principal , a de nos permitir a comunicaçom com os pacientes. Aliás, se trabalhamos em zonas raianas, conhecer galego internacional vai-nos possibilitar saber como agir quando alguém diga que está enjoado.

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