ROGER DE MUSKARIA
23 de Junho às 21:30hh, no CENTRO SOCIAL REVOLTA.
ACTUAÇOM. Roger de Muskaria, na noite das lumieiras, ofrecerá-nos um espectáculo no que a música e a poesia, misturaram-se com os contos e as histórias deste artista polifacético. A poesia social, as suas viagens por Bretanha, Irlanda ou Euskal Herria e as suas vivências na Galiza, serám os eixos sobre os que Roger fará pivotar a sua actuaçom, nesta noite mágica.
Escrito em 21-06-07 nas castegorias: NOVAS, ACTIVIDADES
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OS de QUISTILÁNS no CENTRO SOCIAL REVOLTA
22 de JUNHO às 21:30hh, no CENTRO SOCIAL REVOLTA. Entrada solidária: 2€.
Três rapazes do Val da Maia, na comarca de Compostela, visitam-nos ao Centro Social REVOLTA. O seu som as improvisaçons de letras contundentes e irónicas, sobre bases de música. Umha mostra mais de que a música em galego tem multidom de formas diversas. RAP EM GALEGO, RAP FEITO NA GALIZA!
Escrito em 20-06-07 nas castegorias: ACTIVIDADES
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BNEGAO + PEDRAO no CENTRO SOCIAL REVOLTA
21 de Junho às 21:30hh no CENTRO SOCIAL REVOLTA.
Bilhetes; SÓCI@s: 3€ NOM SÓCI@S: 5€.

Escrito em 20-06-07 nas castegorias: ACTIVIDADES
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CONFLITO DO NAVAL E A PARTICIPAÇOM DA MOCIDADE.
DVD+CHARLA+COLÓQUIO, dia 20 de Junho de 2007 às 20:30hh no CENTRO SOCIAL REVOLTA.
A CIG-Mocidade e o Centro Social Revolta organizam um foro debate no qual participarám Antolin Alcantara, Secretário Confederal de Negociaçom Colectiva da CIG e moços trabalhadores do naval. Entre todos tentaremos debulhar quais fôrom algumhas das chaves do conflito através da experiência vivida durante os 15 dias que durou a greve.
Aliás, projectará-se um dvd sobre as mobilizaçons do naval dia a dia.
Escrito em 19-06-07 nas castegorias: ACTIVIDADES
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Hoje dia 19 de Junho às 20:30hh, apresentaçom da revista número 46 de ANDAINA. Desde 1983 já vam 24 anos editando esta revista de pensamento feminista. Na apresentaçom intervirám:
-CELIA BALBOA.
-LAURA GÓMEZ.
-ZÉLIA GARCIA.Aliás, haverá umha projecçom queer.
Todos os actos serám no CENTRO SOCIAL REVOLTA (Rua Real 32, rês-do-chao na Zona Velha de Vigo)
Escrito em 19-06-07 nas castegorias: NOVAS
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HORÁRIO:
-Terças Feiras, desde as 19:00hh até as 20:30hh.
-Quartas Feiras, desde as 19:00hh até as 20:00hh.
-Quintas Feiras, desde as 21:00hh até as 22:00hh.
Escrito em 19-06-07 nas castegorias: BIBLIOTECA
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Após três dias de trabalho de acondicionamento do Centro Social Revolta, o 8 de Dezembro de 2006, reabrimos as nossas portas cumha actuaçom memorável. Obrigadas a todas as pessoas que participaram naquelas jornadas de trabalho. Obrigadas TRÊS TREBONS (e VENDAVAL DO ROSAL) e GHARBANZO NEGRO.
Escrito em 12-06-07 nas castegorias: NOVAS, MULTIMEDIA
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COPLAS (Imende)
Imende, que tê-na sona
Imende, que a sona témhe
Imende, que tê-na sona
De cantar e bailar bemhe
Aghora que vém a neve
Casamento vai havere
Que se vai casá-la fame
Co’a ghana de comere
Ei vê-na lancha do mare
Ei vê-na sardinha toda
Ei vê-no meu marinheiro
Vém sentadinho na proua
Maripepa na ventana
Manoel no corredore
Se Maripepa passeia
Manoel, moito milhore
O pandeiro toca bemhe
As forrenhas dam o somhe
As mulheres que o tocam
Elas de Imende somhe
O lugharinho de Imende
De longe parece vila
Tém um caravel na entrada
E umha rosa na saída
Ei vê-no aire do mare
Ei vê-no aire mareiro
Ei vê-no meu queridinho
Vestido de marinheiro
Polo mar abaixo vaie
Um berquinho de papele
Tém-te, Maria, nom caias
Agharra-t’a Manoele
Esta noite hei-d’ir alóue
Terá-las pernas lavadas
Que quero durmir antr’elas
Ou morrer a punheladas
Escrito em 07-06-07 nas castegorias: GRUPO DE PANDERETEIR@S
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Passodobre de Sam Vicente de Oitavém
(Fornelos de Montes)
Ai a lá lá, lá lá laa lá; adiós, Amélia
Ai a lá lá, lá lá laa lá
Aghora qu’estamos juntos
Havemos contar mentiras
Polo mar andam as lebres
Adiós, Amélia
E polo mont’as sardinhas.
Arriba, e arriba hei-d’ire
Arriba, e arriba hei-d’ire
A colhê-la flor de maio
A d’abril deixá-la ire.
Aldeia de Sam Vicente
Aldeia que me namora
Inda mas há-de paghare
Quem me dela botar fóra
Vou-vos dá-la despedida
Como dám os lavradores
C’o sombreirinho na mámhe
E um ramalhinho de flores.
Rumba de Pinheiro (Cerdedo)
Eu para Pinheiro hei-d’ir
anque me ponham cancelas
eu como som pequeninha
passo por embaixo delas.
Ai a lá lá lá lá laa; Ai a lá lá lá lá lá lá
O cura que me casou
Era bem casamenteiro
Umha moça com’eu era
Casar-me c’um paraghueiro.
O cura que me casou
Pretendeu de me velare
Se me peta na cabeça
Volverei-m’a descasare.
Pinheiro é boa vila
Pinheiro é boa vila
Tém um caravel na entrada
E umha rosa na saída.
A despedida na eira
A despedida na eira
Como me vou despedir
Dumha minha companheira.
Dança de Mourelhe – Gargamala (Mondariz)
Gharghamala, Gharghamala,
Gharghamala é o ceue
Se marcho de Gharghamala
Vou para Montevidéue
Vamo-nos d’aqui p’ra Aveiro
Minha carinha de rosa
Vamo-nos d’aqui p’ra Aveiro
Qu’esta terra nom é nossa
S’esta terra nom é nossa
Alghum dia io seráie
Sementei o milho nela
Nom sei se me nasceráie
Gharghamala nom tém ághua
Se n’à tém, eu lha dareie
Co’a iághua dos meus olhos
Gharghamala righareie
Dous-passos(Mondariz)
Sai a lua alá arriba
Meu amor, vamo-la vere
Nom hai sol que cheghe à lua
Nim ò nosso bem querere
O cantar queria ghrácia
E eu nom lha podo botare
O senhor que nom ma deu
Tamém ma podia dare
Passodobre de Barro de Arém (Cerdedo)
Vai de póla em póla, vai de flor em flor
Vai de rama em rama, vai co seu amor
Pensas que che quero moito
Porque falo e rio sempre
A minha cara ch’engana
E o meu coraçom che mente
Esta ruadinha d’hoje
Ela manhám há sonar
Ela, que sone, que nom
Nós havemos de ruar
Baila d’aqui a manhám
Baila d’aqui a manhám
Às que toca-no pandeiro
Nom lh’á-de cansá-la mám
Despedida dumha rosa
Despedida dumha rosa
Como me vou despedir
Dumha cara tám fermosa
Passodobre de Imende(Carvalho)
Imende, que tê-na sona
Imende, que a sona témhe
Imende, que tê-na sona
De cantar e bailar bemhe
Ai lela lele lá, ai lela lele lá
Ai lela lele lá, ai lela lele lám lá
Aghora que vém a neve
Casamento vai havere
Que se vai casá-la fame
Co’a ghana de comere
Ei vê-na lancha do mare
Ei vê-na sardinha toda
Ei vê-no meu marinheiro
Vém sentadinho na proua
Maripepa na ventana
Manoel no corredore
Se Maripepa passeia
Manoel, moito milhore
Tango da Ilha d’Ons(A Ilha)
Ò passá-la Ilha d’Ons
Acordache-me, meninha
Dendes que chas vim passadas
Coma se nunca te vira
Hei-lhes de tocá-lo tango
Hei-lhes tocá-lo tangó
Hei-lhes de tocá-lo tango
Das moças da Ilha d’Ons
Alá no meio do mare
Sospirava umha baleia
Esses sospiros diziam:
Quem tem amor nom tém pena
Cabicastro pola Udra
A Udra polo Centulo
Os amores de Tareixa
Quedam a pescar em Curro
Cantar do serám de Laxoso(Ponte Caldelas)
Esta noite hai o serám
Nom me deixam ir a iele
Coitado do meu amor
Quem há-d’ir beilar com ele
Ai a lá lá, ai a lá, lá a a
Ai a lá lá, ai a lá lá
Vém-te vindo, vém-te vindo
Comecemo-lo serám
Os que nom vinhérom, vém
Os que vinhérom, já estám
O serám desta aldeia
Fai-se no meio da rua
A noite qu’a el nom vou
Nom me quenta sol nim lua
Ronda de Pigarzos(A Lama)
Viva ia rondinha, ronda
Viva ia ronda, rondinha
Viva a da minha morena
Que é a ronda mais bonita
Ai lá, lá lá, ai lá lá lá
Ai laa, lá lá, ai lá lá lá
Jota de Pigarzos(A Lama)
Pigharzos para cantare
Pigharzos para cantare
Anque nom alteiam muito
Sabe-no adoneirare
Que bem che queda,
Que bem che está
A saia longa
E o delantal
O coraçom da silveira
Bota espinhas a mansalva
E o coraçom do meu peito
É dum amor que mo gharda
Viva Pigharzinhos, viva
Como viviamos antes
Umhas moças coma rosas
E us moços tám aleghantes
Vou-vos dá-la despedida
Como dám os lavradores
C’o sombreirinho na maue
Moi boas noites, senhores
Ribeirana de Pigarzos(A Lama)
Airinhos d’A Havana
Aire do querere
Airinhos d’A Havana
Que me venhem vere
Hei-lhes de tocá-la lata
Hei-lhes tocá-lo latomhe
Hei-lhes de tocá-la lata
Òs vizinhos d’Aviomhe
O candil que nom alumbra
Nom se colgha na parede
O amor que nom é firme
Nom se fai mais caso dele
Eu cantar, cantava bemhe
A gharghanta nom m’ajuda
Hei-na de mandar untare
Numha laranja madura
“Vira” de Rosa de Moscoxo
Menina, vamos ò vira
O vira é coisa boa
Eu bem vim dançá-lo vira
Na cidade de Lisboa
Se ouvides cantar o triste
Meu amor, não reprendais
Que quando o triste canta
É certo que pena mais
Ó vida da minha vida
Tu que choras, Mariana
Nasceu-me umha silva verde
Na travesseira da cama
Nunca gostei, nim a rir
Dizir adiós a ninguém
Quem vai leva saudades
Quem queda saudades tém
Ó minha mãe, minha mãe
Ó minha mãe, minha amada
Quem tem umha mãe tem tudo
Quem não a tém, não tém nada
Escrito em 06-06-07 nas castegorias: ACTIVIDADES, GRUPO DE PANDERETEIR@S
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