13-05-2008

Ligação permanente 16:49:07, por Igor Correio-e , 131 palavras, 8 leituras   Português (GZ)
Categorias: Escrever nom é mau, Abecedário, I

I (Istoria de I, por Besbe)

Istoria

I. Inféstana inmumerables imbecilidades (idiotas).
Iscade insectos!
Insisten insaciables: imposibilítana. Irrompen insanos, invádena intratables, infernais (in)humanos. Inféctante I.
I-kurriña, I imperturbable, I inspira.
I inventa illas inaccesibles, icebergs interoceánicos, ideas incribles, ignotos istmos, iglús icosaédricos, isoglosas ilegais…incluso invernos ibicencos.
Inventas iso I, invéntalo imparablemente, impetuosa. Inventas infinitos instantes, inmunízaste imaxinando isto.
Ignición.
I implosiona: impúlsase incontrolablemente, inalcanzable, ilesa…indecentemente impúdica.

I´m I.

Por Besbe.

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12-05-2008

Ligação permanente 18:32:15, por Igor Correio-e , 98 palavras, 21 leituras   Português (GZ)
Categorias: Escrever nom é mau, Para Ver Ler, A minha língua...

A minha língua... (II)

Os cartóns do poema "A minha língua quero na tua boca", já forom, e ainda siguem, chegando aos seus destinatários.

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06-05-2008

Ligação permanente 18:46:49, por Igor Correio-e , 355 palavras, 184 leituras   Português (GZ)
Categorias: Escrever nom é mau, Para Ver Ler, A minha língua...

A minha língua...

28-03-2008

Ligação permanente 08:30:14, por Igor Correio-e , 401 palavras, 44 leituras   Português (GZ)
Categorias: Escrever nom é mau, Músicas

O nascimento dum Artefacto (Burbur)

Navegando, naufragando e afogando na rede, na procura doutras cousas nas que agora ando, atopei... um video dos Living Colour cantando a famosa cançom de "Elvis is Dead", num espectáculo em Montreaux no 2004, ligada com um dos temas seus mais conhecidos "Cult of Personality".
Esse tema dos Living Colour é o que aparece citado no meu poema "Artefacto Burbur", escrito, se nom lembro mal, entre o ano 95/96 do já passádo século, e publicado no livro "Quem nos defende a nós dos idiotas?" (Letras de Cal, Compostela, 1996).

Nom me resisto, nem o intento, a colar aqui o vídeo, e aproveitar para revisitar o Artefacto.
António Udina está morto, está vivo!!!

Artefacto Burbur

"Si seguimos utilizando el lenguaje en su clave corriente, con sus finalidades corrientes,
nos moriremos sin haber sabido el verdadero nombre del dia"
(Julio Cortázar)


António Udina está morto

e também está morto Elvis

dim os Living Colour

Elvis era branco

dim

e por isso gravaba muitos discos

Se for negro nom poderia

nom poderia nem ranhar na guitarra

António Udina nom era negro

mas desde logo nom falaba umha língua de brancos

Tal vez esteja entre nós o nosso António Udina particular

Ele quando era pequeno nom imaginaba que ia ser António Udina

e centos de miles de estudantes saberiam dele

e saberiam de memória a data da sua morte

Ele nom o sabia

E Elvis também nom

Mas Elvis era branco

E António Udina nom falava umha língua de brancos

Além disso falava vegliota

Elvis fazia rock porque vendia

António Udina falava vegliota mas ele nom o sabia

porque já em 1898 nom ficava ninguem que falara raguseo

Chamava-se António Udina mas também lhe chamavam Burbur

A Elvis chamavam-lhe El-Rei

The King em inglês que parece mais importante

mas Elvis era branco

e por isso podia ser El-Rei

António Udina só podia ser Burbur

Entre nós nunca haverá um Elvis

a nom ser que se faga branco e fale com a língua dos brancos

Mas todos somos António Udina

e nos chamam Burbur

Elvis era branco e por isso gravou muitos discos

António Udina nom era negro

mas a sua língua nom era de brancos

ainda que todos falamos dálmata algumha vez na nossa vida

27-02-2008

Ligação permanente 18:50:58, por Igor Correio-e , 40 palavras, 68 leituras   Português (GZ)
Categorias: Escrever nom é mau, Abecedário, G

G

Genial gaiteiro, genuino galam, garrido guerreiro, generoso ganhador, Genaro Gonçalves, galego, galopava galhardos garanhons guanches

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26-02-2008

Ligação permanente 16:23:34, por Igor Correio-e , 189 palavras, 23 leituras   Português (GZ)
Categorias: Abecedário, S

S (II) Substancia sen sentido, por Besbe

Substancia sen sentido

Satélites soviéticos sostidos sobre soles. Son similar.
Son sospeitosa, son sílfide sideral, serena, silenciosa, semellando sorrir silvestremente, sosegada, sen sortellas, sen soldaduras. Soa, silabando silencios sinistros.

Sopeso sensacións sistemáticamente, sen saber se sospeitan, sen sentido, sen saber se son sobrevalorada, se satélites similares son suicidados, se son sacrílega, se saturo sentidos, se son….se sinceiramente son sintagma.

Supuro solitario suicidio, si. Soporto sopor, sapos, serpes, suceden sinusoidais saciantes, suceden sinsabores, suceden simas sórdidas, sufócome, sublévome, subxúganme, subordínome. “Succióname suicidio”, suplico.

Saberei ser substancia sen sentido?
Sempiterno salto. Solfeo. Si sostido, sonoro, Si, Si, Si, segue soando. Sónica soterrada, seductoras síntesis sentimentais, seguidamente sombras sensuais sobre sabas sedosas, semen salgado, saliva suorosa, sístoles sismográficas.
Sonámbula, sumérxome submisa. Sempre suxa. Sempre soa, sen sentido.

Saberei ser substancia sen sentido?
Si. Son so soma, semántica socorrida.
Son. Seino sen sabelo, sen soportalo.

Siloxismo: sáname, sacrifícame sádicamente, sepúltame seccionándome sépalos.

Sacro salto: sen sangrar, suspiro sílabas sensuais. Sabio, se soubeches saciarme.

Por Besbe

Ligação permanente 16:20:18, por Igor Correio-e , 115 palavras, 33 leituras   Português (GZ)
Categorias: Abecedário, N

N "Negar" por J.Gómez

Negar

Neguémos nomearnos necios!

Neguémonos! Namentras notables nautas
notifican nocivos naufraxios.

Nós, navallas no noxo nutridas,
noveles normalizados na nausea,
notorios nugalláns nados na nulidade,
noctámbulos nómadas na noite nus,
ninguneados netos neglixentes
neutralizados na neurastenia nai,
nidios nihilistas, nós,
nortearemos negruras neboentas
no novilunio nefasto.

Non necesitamos nardos nin ninfas núbiles,
non necesitamos nigromantes novidosos
nin nazarenos narcisistas

Necesitamos nadegádas nos nervios neurolóxicos,
necesitamos negar neste normalizado negror nocturno,
negar negando negociados necrófagos
negar nacendo
nacer negando.

*** por J.Gómez

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25-02-2008

Ligação permanente 16:46:13, por Igor Correio-e , 177 palavras, 34 leituras   Português (GZ)
Categorias: Abecedário, Abecedário Progressivo

Abecedário Progressivo (II) Bieito Penela

Achegóuseme brillando con delicadeza. Eu finxía grampar habituais informes. “Jiana Kepler”, lin: “Misión: Neutralizala. Observación: Procurar que regrese. Sospeita: Temémonos unha vil xogada.”

Zigzagueamos ata Beta Centauri. Debía espiala furtivamente, gabándoa hipocritamente. “Información Jiana Kepler”, lin, “mentireira, neglixente, ocupou prazas que rebordaban seu territorio. Utilizou vixilancias xerais zarapalleiras, acumulou burocracias controladoras discretas e fatigosos galanteos humillantes”.

Interpretei: Jiana Kepler localizou mortais nativos organizados, precursores, quizais racionalmente superiores. Trazou unha vixilancia xeral zoolóxica, actualizou bibliografías, catálogos de especies, fenomenoloxías, guías, historiografías...

Inconsciente Jiana Kepler, lamentabelmente maniática, namorouse, obtusa, perdidamente. Quérea raptar. Si, traizoar universais valores, xerando zarangalladas. ¡Anhela bicala con dozura...!

Envexábaa. Francamente. ¡Gran heroína iconoclasta!. Jiana Kepler ligara mortal, nativa, orgánica, pero que rebordaba simpatía, tenrura, utopía. ¡Valente xuvenil zuna!

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Ligação permanente 16:36:16, por Igor Correio-e , 52 palavras, 25 leituras   Português (GZ)
Categorias: Abecedário, F

F (II). Alf, Minus Bálido

fungo forcarei

funk finito de córdoba

fire fogos artificiais

filón fuck off

farándula

funambulismo fol

flecos e flocos

farfullar fanta

filomeno farra

farragoso

fletán fío

fatalidade

froita fonógrafo

folque feromona

fotosensible

fin

fuck you

fódete!

minus bálido (Oremos, A Regueifa plataforma 2007)

a l f

20-02-2008

Ligação permanente 13:13:50, por Igor Correio-e , 56 palavras, 65 leituras   Português (GZ)
Categorias: Escrever nom é mau, Abecedário, F

F

Fabriquemos falsas figuras frenéticas, folerpas foráneas, frutos fugitivos, flexíveis farrapos.
Fagamos fantásticos feitizos funerários, figas fúnebres, fluidos fornicantes, fulgurantes froalhos.
Fechemos fedorentas fábricas, fugitivos foxos, fuchicantes furunchos.

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