Aguilhoar nasce na primavera de 2005 fruito das arelas e inquedanças da mocidade limiá mais consciente, que ao igual que outros colectivos do país, completa o seu percurso encaminhado à conseguiçom de um espaço físico, que sirva como ponto de encontro e de debate entre pessoas com compromisso com a cultura, os valores solidários e os direitos históricos da Galiza, actuando como um grande guarda-chuvas contra a espanholizaçom da nossa cultura e o nosso lazer. Contacto: aguilhoar@hotmail.com ![]() Busca
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Assembleia da Aguilhoar tratou questão da Língua
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Escrito às 15:32:50 nas castegorias: Associaçom, Centro Social
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O dia 8 de Agosto às 19:30 será apresentado o "Atlas Histórico da Galiza" trabalho realizado por J.M. Barbosa e J.M. Ribeira, no Centro Social Aguilhoar.
Escrito às 16:36:46 nas castegorias: Centro Social, Eventos
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Festival da Mocidade
16 de Agosto, 2008
Ginzo de Límia
A terceira ediçom do Festival da Mocidade, organizado polo CS Aguilhoar, será o próximo 16 de Agosto, Sábado, em Ginzo de Límia no recinto feiral do Toural. Alí instalará a Aguilhoar entre outras cousas umha carpa, um cenário e umha pequena feira do livro e de colectivos que quigerem participar. Nesse espaço decorreram algumas das actividades, como jogos para nenos, um campeonato de matraquilhos, a umha emissom de rádio ao vivo, bem como diferentes exposhçons sobre a Memória da Lagoa dd Antela e outras que tenhem a ver com a defesa da Terra. Mas também nas principais ruas da vila haverá festa e reivindicaçom, umha outra exposiçom na zona dos vinhos, no Casco Velho e na praça Maior,. Um passa-ruas percorrerá a vila animando ao pessoal e convidando a participar no festival.
Por volta, das 18h00 terá lugar na Casa da Cultura de Ginzo umha conferência sob a legenda “Ano da Memória da Lagoa de Antela” centrada no processo de desecaçom da mesma, as consequências na comarca e as perspectivas de recuperaçom. Nela partciparam ecologistas e especialistas no tema bem como um representante da Aguilhoar, co-autor de um interessante caderno sobre a Lagoa de Antela.
Já pola noite os protagonistas serán os concertos musicais, com os jovens e prometedores grupos, Post Mortem, Carminha e Ska-ralhados.
Para mais informaçom sobre o Festival da Mocidade para os interesados em partcipar ou colaborar no festival podem-se por em contacto através do correio electrónico aguilhoar@hotmail.com
Escrito às 13:17:08 nas castegorias: Festival Mocidade, Movimentos Sociais
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O sabado 2 de agosto há mais umha festinha no Centro Social Aguilhoar, desta volta será um entroido de verão, na qual os sócios e amigos pretendem dar com a chave para passar umha boa noite, APANHA UM DIFARCE E VEM A FESTA!
Escrito às 23:56:31 nas castegorias: Festas
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A II Rondalha da Mocidade d'A Límia, terá lugar amanhá, sexta-feira, 18 de Julho, a uma semana do dia nacional da Galiza.
Por volta das 20 horas começará a II edição da Rondalha da mocidade. Amenizada por umha charanga, com vários integrantes de bandas galegas (Skárnio, Sonoro Maxín...) e gaiteiros locais, a Rondalha percorrerá as ruas de Ginzo, estes dias em festas patronais, sempre a partir da sé do nosso local, lembrem R/Santa Marinha 30 (trás a estação de autocarros) finalizando à volta também no local, onde as pessoas que se achegarem poderão degostar um jantarzinho e mais musicas.
Tentamos com esta iniciativa, denunciar a espanholização maciça das nossas festas patronais, viciadas de há anos, e lembrar as pessoas que daqui numa semana temos mais uma data a comemorar, o nosso dia nacional.
Animamos o pessoal para se achegar até Ginzo.
Escrito às 15:42:22 nas castegorias: Eventos
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O colectivo espanholista que promove a eliminaçom definitiva da língua galega sob a carauta do "bilingüismo harmónico" e está financiado polos poderes mais reaccionários da Galiza, vem de denunciar a Assembleia da Mocidade Independentista polo vídeo ‘Vilingüísmo’ que foi lançado polo Dia das Letras e onde se narra a luita de um grupo de moças e moços galegos que defendem a língua do País.
Pode-se visionar o filme na seguinte ligaçom:
http://blip.tv/file/912060/
O 17 de Maio de 1863, uma cidadá galega, poetisa excepcional, tirava do prelo o seu livro "Cantares Gallegos" mal sabia, Rosalia, que esse dia, ir-se-ia converter na data que encenava a anormalidade da nossa língua.
A valentia com que na vida agiu Rosalia, fê-la ir contra a corrente esmagadora das "culturas espanholas" do XIX; empregando o nosso "doce dialecto" no reservado culto da poesia. 145 anos após isso, essa data é empregue polo governo espanhol na Galiza, quer dizer, a Junta, para justificar as suas políticas "normalizadoras".
Num dia, este 17, em que a mentira se institucionaliza; parece com que se vendam milhares de livros em galego e o cerimonial indica que os mass-media espanhóis da Galiza, intransigentes com o idioma durante 364 ou 365 dias -é ano bissexto- dediquem a capa das suas mais ou menos 60 páginas ao galego. Celebram-se as virtudes de literatos galegos, rebuscando como o ano passado com Maria Marinho, a presença da nossa língua na ou no homenageiad@s.
Vivemos tempos obscuros, as mornas acções governamentais em prol duma maior presença da nossa língua nacional, estão a ser atacadas polos representantes contemporâneos dos privilegiados seculares, fósseis reactualizados (nunca na verdade desapareceram) brigam com mais força do que sempre perante a defesa activa do idioma.
O galego, julgamos, esmorece, polo seu perene tratamento desde a anormalidade; o idioma próprio da Galiza e do Brasil, e de Portugal e Moçambique...é coutado e aparceirado como regional, reconstruído ao abeiro do castelhano, enquanto a cultura dominante, espanhola, encena os seus propósitos de regeneração do galego.
A falácia da liberdade idiomática corrompida pola repressão psicológica e social que aínda atinge hoje ao galego, pretende alastrar a ideia de que o perseguidor, é perseguido, e que deve-se proceder à livre eleição de idioma, se nos tivessem deixado há tempo, esta questão nem se teria colocado...
Para Aguilhoar, petrificar o idioma, num dia de louvanças regionais e cínicos propósitos de emenda pública, é contribuír para a anormalização do idioma.
TODOS OS DIAS EM GALEGO POLO MONOLÍNGUÍSMO SOCIAL. A NOSSA LÍNGUA É INTERNACIONAL
Escrito às 10:12:58 nas castegorias: Cultura
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Com motivo da comemoraçom do Dia das Letras Galegas, sócias e sócios do Centro Social Aguilhoar levarám a cabo as seguintes actividades:
1.-Conferência sobre o Galego, sábado 17, às 18h00 no Centro Social:
"Eficácia comunicativa e sobrevivência do Galego (a propósito da regeneraçom lexical da língua)" . A carrego de Carlos Garrido , Professor da Universidade de Vigo e membro da Comissom lingüística da Associaçom Galega da Língua.
2.-Leitura de textos galegos, sábado 17, às 19h00 na Praça Maior de Ginzo.
Acto organizado por Galiza Nova-A Límia, no qual se lerám textos galegos a carrego de militantes e simpatizantes desta organizaçom e todos aqueles que quigerem participar.
3.-Realizaçom de um mural em Ginzo de Límia na defesa do Galego.
Convidamos a tod@s @s interessd@s a participarem nos diferentes actos.
100% EM GALEGO!!
100€ GALIZA!!

Centro Social Aguilhoar adere ao manifesto da Associaçom Galega da Língua com motivo da celebraçom do Dia das Letras, convoca todos os galegos e galegas a manifestarem-se o próximo 18 de Maio às 12 horas na Alameda de Compostela, em defesa da Língua da Galiza, que identifica o nosso Povo.
A NOSSA LÍNGUA É INTERNACIONAL
1.- Denunciar as políticas de substituiçom lingüística que levamos sofrendo durante os últimos 25 anos, disfarçadas de falsa normalizaçom lingüística.
2.- Exigir o reconhecimento da condiçom internacional da nossa Língua, que com a variedade própria das línguas internacionais é falada por centos de milhões de pessoas no mundo, quer como língua nativa, como é o caso dos galegos, quer como língua oficial de oito Estados, ou como língua cada vez mais estudada em todo o mundo polas vantagens das línguas internacionais.
3.- Denunciar as autoridades e administrações públicas que, em vez de garantirem os direitos lingüísticos e democráticos do Povo galego, discriminam e perseguem aqueles que nom aceitam a deriva de substituiçom lingüística e dialectizaçom castelhanizadora do Galego que o torna desnecessário no seu próprio País.
4.- Apoiar a iniciativa aprovada no Parlamento por unanimidade reclamando a recepçom das rádios e televisões portuguesas na Galiza, que pedimos que se efective desde já e que nom fique numha simples declaraçom sem vontade real de a levar a cabo.
5.- Denunciar também os grupos extremistas que, protegidos por certos sectores políticos, atacam o direito e a liberdade de vivermos na Galiza em galego.
6.- Finalmente, apelamos a toda a sociedade para exigir umha mudança das políticas que tornam a Língua desnecessária e dialectal, como forma de impor o uso do castelhano, por políticas que garantam os nossos direitos lingüísticos individuais e colectivos, assegurando que o Galego continue a ser a língua própria dos galegos e galegas, e umha língua extensa e útil.
NOTA: A Aguilhoar recolhe estatutariamente a absoluta liberdade individual para @s suas soci@s exprimirem-se ou aderirem a iniciativas vinculadas a colectivos de defesa do idioma que empregarem a normativa RAG. A este respeito, o 18 de maio A MESA pola normalización linguística sob a legenda "polo dereito a vivirmos en galego" anima @s galeg@s a mobilizarem-se em defesa do idioma. Vari@s soci@s da Aguilhoar aderiram ao manifesto da MESA.
A Aguilhoar mantém como Centro Social umha inequívoca postura em defesa da nossa língua nacional e considera necessária o seu enquadramento internacional sem prejuízo das posturas plenamente respeitáveis de parte d@s suas associad@s
Escrito às 00:03:32 nas castegorias: Cultura
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Manifesto "Trabalho na Terra" será difundido maciçamente pola Aguilhoar nos actos convocados em Ginzo com motivo do Dia do Internacionalismo Proletário, nomeadamento no concerto do 30 de abril na sala Clan, bem como nos dias seguintes entre a mocidade da comarca.
Centra-se na denúncia da precariedade laboral, o desemprego e futuro na Galiza, nomedamente em comarcas como a Límia. Também faz fincapé no recrutamente de dúzias de moços e moças todos os anos polos corpos repressivos do Estado como saída facil ante esta situaçom.

Escrito às 22:29:12 nas castegorias: Centro Social, Política
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