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aguilhoarAguilhoar nasce na primavera de 2005 fruito das arelas e inquedanças da mocidade limiá mais consciente, que ao igual que outros colectivos do país, completa o seu percurso encaminhado à conseguiçom de um espaço físico, que sirva como ponto de encontro e de debate entre pessoas com compromisso com a cultura, os valores solidários e os direitos históricos da Galiza, actuando como um grande guarda-chuvas contra a espanholizaçom da nossa cultura e o nosso lazer. Contacto: aguilhoar@hotmail.com ![]() BuscaArquivos
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A NOSSA LÍNGUA É INTERNACIONAL09-05-2008![]()
Centro Social Aguilhoar adere ao manifesto da Associaçom Galega da Língua com motivo da celebraçom do Dia das Letras, convoca todos os galegos e galegas a manifestarem-se o próximo 18 de Maio às 12 horas na Alameda de Compostela, em defesa da Língua da Galiza, que identifica o nosso Povo. A NOSSA LÍNGUA É INTERNACIONAL 1.- Denunciar as políticas de substituiçom lingüística que levamos sofrendo durante os últimos 25 anos, disfarçadas de falsa normalizaçom lingüística. 2.- Exigir o reconhecimento da condiçom internacional da nossa Língua, que com a variedade própria das línguas internacionais é falada por centos de milhões de pessoas no mundo, quer como língua nativa, como é o caso dos galegos, quer como língua oficial de oito Estados, ou como língua cada vez mais estudada em todo o mundo polas vantagens das línguas internacionais. 3.- Denunciar as autoridades e administrações públicas que, em vez de garantirem os direitos lingüísticos e democráticos do Povo galego, discriminam e perseguem aqueles que nom aceitam a deriva de substituiçom lingüística e dialectizaçom castelhanizadora do Galego que o torna desnecessário no seu próprio País. 4.- Apoiar a iniciativa aprovada no Parlamento por unanimidade reclamando a recepçom das rádios e televisões portuguesas na Galiza, que pedimos que se efective desde já e que nom fique numha simples declaraçom sem vontade real de a levar a cabo. 5.- Denunciar também os grupos extremistas que, protegidos por certos sectores políticos, atacam o direito e a liberdade de vivermos na Galiza em galego. 6.- Finalmente, apelamos a toda a sociedade para exigir umha mudança das políticas que tornam a Língua desnecessária e dialectal, como forma de impor o uso do castelhano, por políticas que garantam os nossos direitos lingüísticos individuais e colectivos, assegurando que o Galego continue a ser a língua própria dos galegos e galegas, e umha língua extensa e útil. NOTA: A Aguilhoar recolhe estatutariamente a absoluta liberdade individual para @s suas soci@s exprimirem-se ou aderirem a iniciativas vinculadas a colectivos de defesa do idioma que empregarem a normativa RAG. A este respeito, o 18 de maio A MESA pola normalización linguística sob a legenda "polo dereito a vivirmos en galego" anima @s galeg@s a mobilizarem-se em defesa do idioma. Vari@s soci@s da Aguilhoar aderiram ao manifesto da MESA.
Manifesto "Trabalho na Terra"29-04-2008Manifesto "Trabalho na Terra" será difundido maciçamente pola Aguilhoar nos actos convocados em Ginzo com motivo do Dia do Internacionalismo Proletário, nomeadamento no concerto do 30 de abril na sala Clan, bem como nos dias seguintes entre a mocidade da comarca. ![]() Trabalho na Terra22-04-2008![]() Sob a legenda "TRABALHO NA TERRA" Aguilhoar inicia o 30 de abril, com um concerto no pub Clan em Ginzo de Límia (Zona de Vinhos)do grupo ourensano LEITE DE NAI umha campanha contra a precariedade laboral na comarca que obriga a muitas moças e moços a emigrar na procura de trabalho. Esta campanha desenvolverá-se durante várias semanas, nomeadamente em Ginzo, e girará em torno a dous eixos: -Denuncia da precariedade laboral na comarca que obriga a mocidade a emigrar. -Denuncia de saídas profissionais como Guarda Civil, Polícia ou militar às que se aferram dúzias de limia@s todos os anos ante a instabilidade laboral, sem ser conscientes do papel que desenvolvem estes corpos repressivos espanhóis. Em breve disponibilizaremos o material da campanha. DIA INTERNACIONAL DE APOIO AOS PRESOS E PRESAS POLÍTICAS17-04-2008![]()
MANIFESTO DO DIA INTERNACIONAL DE APOIO AOS PRESOS E PRESAS POLÍTICAS Estamos no ano 2008 e segue a haver presos e presas políticas no mundo. Palestina, Euskal Herria, Colômbia, a Fortaleza Europeia, Israel, os Estados Unidos, Iraque, Galiza, os presos nesse território nom devolto às suas autoridades que é Guantánamo em Cuba, etc., seguem a marcar-nos desde os cárceres um caminho de luita e de compromisso de miles de mulheres e homes que estám presos por luitar. Conflitos sociais, políticos, naçons oprimidas, a dominante lógica do dinheiro e da acumulaçom, a especulaçom, o asovalhamento, a destruçom, estám na origem das causas que levam milhons de seres humanos a pelejar no mundo. Pelejar por um mundo no que a lógica do capitalismo nom prime. Pelejar por um mundo no que a diversidade dos miles de povos que hoje o formam poda perdurar. Pelejar por um mundo onde o direito de Autodeterminaçom seja um direito reconhecido a todos os povos sem distinçom. Neste 17 de Abril de 2008 devemos fazer especial fincapé na Europa. Umha Europa que segue tendo presas e presos políticos, em especial Espanha e França, onde centenas de presos e presas políticas vascas som dispersadas ao largo da geografia destes Estados, mas onde também há companheiros comunistas, corsos, galegos, cataláns e bretons; Itália, onde se acrescenta a perseguiçom dos movimentos antagonistas e se repremem os movimentos independentistas na Sardenha; Alemanha, onde se reabrem debates para alargar as condenas aos presos políticos, e em todos os países volvem ingressar em prisom sindicalistas, trabalhadores que luitam contra a Europa do Capital. O cárcere de Belmarsh, os cárceres de isolamento na França, Espanha, Bélgica e Alemanha, mostram-nos às claras o alto prezo que os Estados querem fazer pagar a quem combatem contra os mesmos. Devemos recordar também os cinco presos do Império, presos por luitar contra o terrorismo que EEUU exerce contra Cuba; recordar aos presos portorriquenhos, a Leonard Peltier e Mummia Abbu Jamal; recordar a Simón Trinidad e a Sonia, presos colombianos nos EEUU; aos presos políticos peruanos, aos mapuches, aos colombianos presos polo governo genocida de Álvaro Uribe; aos presos políticos palestinianos, verdadeiros sujeitos na linha da frente contra o saqueio sionista e imperialista nos países de Oriente Meio; ao valeroso povo iraquiano que segue a pelejar contra a brutal agressom imperialista. Aos presos turcos que seguem a pelejar contra os módulos de isolamento. Neste dia, a nossa lembrança e os nossos coraçons estám também, principalmente, como cidadáns e cidadás que somos dum País espoliado e ocupado, com os presos independentistas galegos Sánti Vigo, José Manuel Sanches, Giana Gomes e Ugio Caamanho, todos eles presos, classificados como internos que devem suportar um controlo penitenciário especial e permanente, dispersados ilegalmente a centos de quilómetros da Galiza e submetidos a todo tipo de arbitrariedades que procuram minar e destruir a sua moral e compromisso de luitadores. Neste dia os nossos pensamentos e os nossos coraçons estám, também, com os dezasete galegos e galegas antifascistas e comunistas actualmente encarcerados e encarceradas nas prisons espanholas por denunciar e combater esta democracia de tricórnios, especuladores e jornalistas que escrevem ao diktat de quem lhes pagam. Dezasete comunistas e antifascistas galegos aos que recordamos neste 17 de Abril. Correm tempos de repressom, de apretar as porcas aos e às que luitamos, de perseguiçom selectiva e contundente, de sumários secretos e Audiencias Nacionales, de magistrados especiais que equiparam independentismo e terrorismo, de criminalizaçom de toda dissidência real, de medo a falar e a dizer. Mas, com todas as diferenças que quigermos, com toda a diversidade que podemos detectar dum tempo para o outro, sempre foi assi. Sempre luitar tivo o seu prezo, e esse é o prezo que nos mostramos dispostos e dispostas a pagar os companheiros e companheiras que luitamos e pelejamos no mundo por cambiar este mundo capitalista de destruçom por outro distinto. É por isso que este 17 de Abril o devemos aproveitar para reivindicar o estátus de preso político para todas aquelas companheiras e companheiros que a dia de hoje cumprem distintas condenas impostas polos juízes esbirros do capital, os juízes da servilheta, os juízes estrela... E para reclamar condiçons democráticas e justiça social para os nossos povos em luita. Um forte abraço a todos esses homes e essas mulheres, que vivem entre quatro paredes, entre muros de arámio. Um grande abraço solidário e o compromisso desde fora para seguir trabalhando e apoiando a sua luita. VIVAM @S PRES@S INDEPENDENTISTAS GALEG@S! Na Terra, em 17 de Abril de 2008
Câmara Municipal de Rairiz a procura da gestom de um parque eólico no Furriolo30-03-2008![]() Nom mais éolicos!! O presidente da câmara municipal de Rairiz de Veiga, Xaquin Rodriguez do BNG, negócia com a Conselheria de Industria a construçom de um parque eólico compartido com o vizinho concelho da Bola, também governado polo BNG, no monte do Furriolo. Com a mudança da normativa que autoriza este tipo de parques eólicos os autarcas tenhem a esperança de que a proposta vaia para a frente, ficando bem clara qual é a política meio-ambiental na comarca, que já conta com um importante parque eólico na serra do Larouco.
Levar GZ no carro, motivo de suspeita...26-03-2008![]()
...Conforme denuncia o mpdc a Guarda Civil, verificará os dados privados de pessoas que portarem o auto-colante "GZ" ou emblemas como a bandeira nacional. A acção do corpo armado espanhol colide com os mais elementais direitos individuais. Mas nem só individuais, a força armada espanhola, teria achado o MLNG, como o "segundo maior problema de terrorismo na Espanha" sempre conforme as pesquisas do mpdc. e nele inclui diversas organizações que se têm destacado polo intransigente trabalho em defesa do território, os valores solidários e a construção nacional da Galiza. Inclui também centros sociais de todo o país. É claro que não vamos reproduzir mais uma vez quais são estas organizações e centros sociais sob suspeita, porque não queremos contribuír para o escabroso trabalho do corpo armado espanhol. Stop Repressão!
Intensa actividade da Aguilhoar nesta semana-santa24-03-2008As moças e moços do Centro Social Aguilhoar, após a ceia-aniversário do sábado dia 15, organizarom um bom programa de actividades que inclui campeonato de matraquilhos, projecçom do documentário Euskal Pilota, ceia caseira, foliada com a participaçom de um jovem gaiteiro da comarca assim como diversas acçons de agitaçom e propaganda com a finalidade de dar a conhecer o projecto e somar mais pessoal. Eis algumhas imagens: ![]()
Ceia de aniversário da Aguilhoar reuniu 30 pessoas à ementa18-03-2008À seguir a ceia houve festa animada no CS Aguilhoar, logo de se cumprir um ano da Aguilhoar organizada em Centro Social. ![]()
Na ceia de 15 de Março celebrada no restaurante 2 de Maio de Ginzo de Límia juntaram-se nem só soci@s da Aguilhoar mas pessoal da comarca de Ourense, companheir@s que têm acompanhado a nascença e percurso do nosso C.S. ![]()
O encontro não se cingiu à ceia mas continuou no Centro Social com uma noite festeira acompanhada polas pandeiretas. ![]()
Agradecemos tod@s polos seus contributos à Aguilhoar durante este ano: Soci@s, companheir@s da AGAL, A Esmorga, AMI, Galiza Nova, AMAL...A Revolta, NOVAS DA GALIZA...enfim agradecemos tod@s os que acreditam nesta forma de entender o nosso país. ![]()
8 de Março: EM DEFESA DOS DIREITOS DAS MULHERES04-03-2008![]()
AGUILHOAR organiza pola primeira vez umha série de actos para o dia 8 de Março EM DEFESA DOS DIREITOS DAS MULHERES sob iniciativa das raparigas que formam parte do Centro Social da Límia. Chamamos todas as moças e moços da comarca a aderirem aos diferentes actos organizados para a sexta-feira, dia 7, na qual se desenvolverá umha campanha de agitaçom e reivindicaçom dos direitos das mulheres e contra o machismo imperante na sociedade nos locais principais e de ócio de Ginzo e já no sábado pola tardinha, dia 8, convoca um acto reivindicatico na praça de Ginzo. Para quem quiger participar pode por-se em contacto em aguilhoar@hotmail.com ou passando-se sexta-feira a partir das 21h00 polo Centro Social, na rua Santa Marinha nº30. Crónica das actividades desenvolvidas o 8 de março Moças de Aguilhoar repartirom a sexta-feira polos principais locais de ócio de Ginzo cartazes contra o trato discriminatório da mulher, obtendo um resultado satisfatório embora isto seja meramente simbólico. ![]()
Já no sábado pola noite fôrom colocadas faixas com distintas legendas como "Perigo!:Machismo mata" ou "Na nossa cona nom manda ninguém. Nós parimos, nós decidimos". ![]()
Finalmente o acto de rua para a tarde de sábado foi suspendido ante a pressom da jornada de reflexom para as eleiçons espanholas. ![]()
Ano da memória da Lagoa de Antela (27-12-56)04-03-2008![]()
AGUILHOAR apresenta interessante trabalho da autoria de Verónica Peres Lousada e Rubém Domíngues Valência sobre a Lagoa de Antela. Este trabalho tem como finalidade lembrar a lagoa no ano que se cumprem 50 anos do assinamento da pena de morte, ao bem mais querido ,e que mais riqueza proporcionava a toda a comarca Limiá , em definitiva , ao pam de todos. Do Centro Social AGUILHOAR queremos denunciar o TERRORISMO AMBIENTAL que se alastrou pola comarca da Límia, e que ainda se está a alastrar. A todos estes terroristas queremos dizer-lhe que todos os que aqui moramos nom esqueceremos nem calaremos perante as barbáries que atingem o nosso meio. Já à venda no Centro Social!!
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