Aguilhoar nasce na primavera de 2005 fruito das arelas e inquedanças da mocidade limiá mais consciente, que ao igual que outros colectivos do país, completa o seu percurso encaminhado à conseguiçom de um espaço físico, que sirva como ponto de encontro e de debate entre pessoas com compromisso com a cultura, os valores solidários e os direitos históricos da Galiza, actuando como um grande guarda-chuvas contra a espanholizaçom da nossa cultura e o nosso lazer. Contacto: aguilhoar@hotmail.com ![]() Busca
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Do Ñ para o NH
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Escrito às 12:33:43 nas castegorias: Associaçom
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Nos tempos que correm, a solidariedade, como a liberdade, som os nossos bens mais prezados. Assim, da Aguilhoar queremos colaborar com a recolhida de assinaturas contra repressom sofrida polas trabalhadoras e trabalhadores do metal enviando-as a solidariedademetal@gmail.com
MANIFESTO
Os/as abaixo assinantes consideramos um imperativo ético e social dar todo o apoio solidário á luita dos metalúrgicos de Ponte-Vedra que, junto cos trabalhadores e trabalhadoras doutras empresas radicadas em distintas zonas da Galiza, hoje simbolizam no nosso País a mobilizaçom social e obreira contra umha resoluçom da crise capitalista favorável em exclusiva aos mesmos que a provocárom. A gente do Metal, polos seus métodos democráticos, assembleiarios e combativos, sen se dobregar diante dumha Patronal que nos derradeiros anos aproveitou a bonança económica num contexto de contínua reduçom da capacidade adquisitiva e recorte dos direitos socio-laborais do pessoal assalariado, vem sendo um exemplo para o conjunto da classe trabalhadora galega, em paralelo ás mobilizaçons que estám a acontecer em Grécia, Portugal ou na Franza.
Aqui, nom som eles os únicos que enfrentam as consequências dumha crise gerada pola destructiva capacidade do sistema para acumular riqueza nas mans duns poucos: as trabalhadoras do têxtil, com Caramelo à fronte, os das empresas do leite como Pascual, o pessoal das fabricas como Bunge, Galfrío ou Vidreira del Atlântico, todos eles estám a demostrar que só com a confrontaçom de classes e a defessa das liberdades públicas, pode-se impedir a degradaçom das condiçons de vida e de trabalho do conjunto da povoaçom, fronte ao egoísmo da patronal e a dureza dos governos que a sustentam.
Há anos tentárom fazer invisível á classe obreira, como se baixo o “capitalismo popular” dos Reagan e as Thatcher, quer dizer, a sua faciana neoliberal, todo o mundo pudera viver sen o salário, das rendas e dos investimentos financeiros. Agora que a gente de trabalho, fonte de toda riqueza, está maciçamente na rua para defender os direitos da humanidade despossuída, a maioria dos médios de comunicaçom manipulam a realidade apresentando as manifestaçons obreiras como actos criminais, salvando a cara da Patronal e das autoridades que decote exercem umha xorda violência contra as condiçons laborais e sociais do conjunto dos trabalhadores e trabalhadoras, sejam assalariados ou autónomos.
Em realidade, o convénio do Metal de Ponte-Vedra passou a ser a fronteira que a Patronal espanhola fixou para a totalidade dos sectores da produçom: congelaçom salarial, jornada laboral delongada, impago de horas extras, liberdade de contrataçom de imigrantes para explota-los sem medida, precarizaçom do emprego, submissom e ilhamento dos sindicatos, ameaças de deslocalizaçom ou de feche ....E para os seus colegas do Governo, passou a ser questom de Estado, penalizando as protestas e a rebeldia, conculcando se fosse preciso a liberdade de reuniom e manifestaçom, acarom do direito á informaçom veraz e objectiva. Em consequência, na luita do Metal jogámo-nos muito mais que umha singela suba de jornais para um segmento da povoaçom empregada; está em jogo, ademais do futuro do resto dos convénios e da qualidade do emprego, o direito a rejeitar o papel subsidiário que outros tenhem decidido para as nossas vidas.
A crise do capital colocou a cada quem no seu sitio e os que pensavam que chegara “o fim da historia”, nom tenhem outra que aprender a cantiga que di: “detrás dos tempos venhem tempos, e outros tempos ham de vir”. Assim pois, hoje, a historia está a se escrever nas ruas de Vigo.
A sua vitoria é a vitoria de todos e de todas, e a unidade entre as forças obreiras e sociais abre as portas a umha resposta contundente do conjunto da sociedade ao que é o fundo: a crise é do capital, dos capitalistas, e polo tanto som eles os que tenhem que a pagar, ao tempo que os direitos e liberdades civis devem ser garantidos.
Escrito às 17:35:20 nas castegorias: Movimentos Sociais
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Reproduzimos artigo originariamente publicado na web matarpormatarnon.org a respeito do projecto de fábrica de avions nom tripulados na qual está envolvido o concelho limiao de Trasmiras.
Unha vez mais o provincianismo e os intereses persoais, están a se impor no anuncio de un suposto grande proxecto para a comarca da Limia. A cacarexada fábrica de avións non tripulados.
Como sempre a razón que xustifica e esixe apoio para calquera falcatruada, son os “postos de traballo”. Postos de traballo que quen nos administra non soubo (ou non quixo) crear dentro da actividade tradicional da comarca (desta e doutras como Carballeda de Avia) e agora pretenden comprar os veciños coa posibilidade de teren onde gañar o sustento nun emprego. Aínda que sexa envelenado.
Non sabemos si os previstos 7.000 postos de traballo serán para técnicos de fora ou para labregos da Limia reconvertidos en fabricantes de avións.
Tampouco se abre un debate serio e adulto, no que expoñan os pros e os contras deste proxecto, como pode ser a súa compatibilidade co medio de vida tradicional da comarca, os espacios naturais como o recentemente recoñecido pola UNESCO Parque do Xurés. Os inconvenientes de ter avións a reacción sobrevoando o día enteiro a comarca, as destrucción de unha inmensa área da Limia con unha pista de 5 quilómetros de longo, así como outros factores de enorme importancia, como poden ser:
_ Fabricar na nosa comarca unha arma de guerra que está sendo utilizada en Pakistán con enormes danos “colaterais”, conforme vemos a diario nos xornais. Arma que por outra bando é das mais covardes, porque mata sen que o autor se arrisque en nada.
Arma que tamén utilizan os israelís para matar palestinos.
_ Unha industria que transformaría a Ourense e a toda Galicia, en obxectivo prioritario en caso de conflicto por ser unha fábrica de armas das mais letais.
_Todo sen desbotar a posibilidade de que calquera movemento terrorista teña as instalacións como obxectivo xa que nelas se pretende que teñan representación a OTAN, a NASA, o exército americano, así como outros “pacifistas”.
_ Como consecuencia do anterior habería que considerar as previsibles limitacións de utilización do solo e do espazo aéreo, así como a vixilancia e intromisión na privacidade dos veciños, contaminación acústica e ambiental, etc.
Para aproveitar Trasmiras o interesante sería acadar a instalación de un club de voo de planadores, similar a o de Fuentemilanos (Segovia), con orografía parecida á de Xinzo, onde unha escola deste tipo ven tódolos anos, desde Alemaña, para practicar este belo e ecolóxico deporte en España.
Señores políticos, un pouco mais de seriedade, traten á xente como adultos, expliquen todo con transparencia, deixen que o pobo decida e sobre todo, non nos ceguen con milagres que agochan os seus intereses e non os dos veciños.
Mais información sobre o “monstro” (definido desa maneira pola prensa):
http://es.wikipedia.org/wiki/MQ-1_Predator
http://espacioseuropeos.com/?p=1894
http://www.lavozdegalicia.es/galicia/2009/05/28/0003_7746963.htm
http://www.aviaciondigitalglobal.com/noticia.asp?NotId=10408&NotDesignId=4
Escrito às 13:53:36 nas castegorias: Associaçom
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Sob a "ressaca" da manifestaçom nacional do 17 presente no ambiente, decorreu este pasado sábado 23, a primeira jornada da língua impulsionada pola Aguilhoar, lembremos, no entanto que tanto Covelo quanto Já participaram de duas jornadas precedentes.

A jornada, decorreu com duas partes bem diferenciadas, pola tarde a visualizaçom do ilustrativo documentário "Línguas Cruzadas", cujo labor pedagógico tem impactado mais do que anos e anos de pseudonormalizaçom linguística, à volta do documentário, convergem isolacionistas e reintegracionistas, galegofalantes de toda a vida e neofalantes, castelhanofalantes cientes da problemátuca linguística e passivos, galegofalantes tamém passivos e estrangeiros naturalizados e comprometidos com o idioma, porfim, um vasto leque de opiniões por volta do que lhe acontece à nossa língua, deixando-se ver os complexos que ainda enfrenta o idioma.
A parte festiva, correu da mao dos estradenses, Os Esquios, punk galaico-festivo com intenções de fazer dançar o pessoal à volta das suas músicas, precedido de um lanche colectivo com salada de pasta e carnes ao forno.
Da Aguilhoar agradecemos a generosidade da banda d'A Estrada e o pessoal que se achegou ao nosso local

Embora os ataques que por parte da nova Junta e organizações extremistas e residuais se estám a perpetrar contra a nossa língua, a cidadania galega respondeu em chave de grande mobilizaçom contra a galegofobia
30 mil, 40 mil, 50 mil, mais de 50 mil?? Tanto fai, a ideia era só umha, passar à defesa do idioma sem qualquer hesitaçom. A Alameda superlotava por volta das 11:30 da manhá deste domingo e porém, ainda restava gente e gente por vir, a manifestaçom ainda demoraria até às 12:30, sendo que quando já a Quintá ateigava, ainda nom saira parte da comitiva entre elas "Galego Sempre Mais", que reune vari@s centros sociais e colectivos do país, além da AGAL e o MDL.
Na Quintá A MESA e diversos colectivos expunham por partida dobre o seu manifesto(duas vezes se encheu a praza compostelá) a mao-cheia de gente explicitava a juíço de Avelino Pousa Antelo que o galego tinha o futuro ganho.
Num Toral a rebentar chegava a comitiva de Galego Sempre Mais, cujas palavras-de-ordem giravam por volta do necessário monolinguísmo social e o combate directo da espanholizaçom.
Da Aguilhoar parabenizamo-nos pola digna demonstraçom de apoio à nossa língua numha Compostela onde nem a chuva quixo faltar à cita.

O próximo sábado día 23 de Maio decorrerá no Centro Social da Aguilhaoar unha xornada da língua coa colaboración dos alunos do I.E.S Lagoa de Antela de Xinzo de Limia, na cal se analisará coas raparigas e rapazes que acodan a situación do galego entre a mocidade, cais son as expectativas de futuro e como enfrentar un proceso mesmo de regaleguización. Tamén haberá tempo para a comida e para a festa coa actuación do grupo os Esquios.
18H30 Proxección do documentario:
‘LINGUAS CRUZADAS’
19H30 Charla-coloquio:
“A situacion do galego na mocidade”
20H00 Acto a carrego da mocidade
estudantil da Limia
21H00 Cea para os asistentes
22H30 Concerto:
‘ESQUIOS’
http://www.myspace.com/esquios

Dizemo-lo o passado ano e dizemo-lo este, cumpre é deixar cerimoniais de um só dia em que hipócritas intenções se revelem ermas. Da Aguilhoar apostamos no nosso idioma, 365 dias ao ano, mil primaveras e mais se as houver
Contodo, este 17 de Maio, reune-nos a tod@s (juntos e nom misturados) para enfrentar o maior ataque ao galego já perpetrado em décadas, acovilhado como tem estado o movimento normalizador sob as receitas públicas, defensivo até a mornura petulante durante os tempos do bipartido, cumpre é ganhar a batalha da rua, para que o extremismo exterminador de grupos aos que lhes omitimos a publicidade de nomeá-los, fiquem sem qualquer hipótese de sucesso.
Partimos de umha realidade, pessoeiros da nova Junta, como o conselheiro da Presidência participárom (a título pessoal, advertem grosseiramente) da manifestaçom contra o galego do 8 de Fevereiro, portanto, a desvergonha é manifesta, mostra-se-nos, já se nom escuda no âmbito familiar, esse arrebato de sinceridade leva a vermos como parte dos novos conselheiros, nom se importam em empregar a língua alheia, recusando-se de empregarem a língua que nos define como povo. Sim que nos define, e que sobreviveu quantos ataques lhe fôrom encaminhados, mas que está a ponto de abafar pois até na etapa educativa parece estorvar a língua rosaliana.
Perante os factos demostrados, queremos da Aguilhoar, nom dar nengum passo atrás na defesa do galego, polo monolinguísmo social, sem portagens o 17 de Maio e todos os dias.
Escrito às 09:30:41 nas castegorias: Associaçom
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Gerardo Conde Roa (PP) assi se chama o político extremista que bufa contra as alternativas populares e galegas exprimidas na sociedade compostelá, leia-se a Gentalha, ou a sala NASA.
A Aguilhoar quer amosar a sua total solidariedade com a Gentalha, estudamos na medida das nossas possibilidades achegar a ajuda económica que precisarem @s companheir@s da Gentalha; a seguir reproduzimos na íntegra o comunicado d@s companheiros:
Muitos de vós conhecedes a campanha que político radical santiaguês Gerardo Conde Roa empredeo desde há tempo contra o Centro Social A Gentalha do Pichel, o C.S. Henriqueta Outeiro e a Sala . o Nasa. A gente da sua caste nom suporta a existência de espaços de liberdade onde promocionar a cultura do nosso páis, onde organizar movimentos activos na sua defessa, espaços de comunicaçom e debate entre ideias e projectos de contruçom nacional. Nom suportam em geral os projectos que nom estám sob o seu controle.
As suas pressons, apoiados polos grupos mediáticos do extremismo espanhol na Galiza (COPE, ABC, El Correo Gallego, El Mundo...) e enfrontados com um nada reticente governo municipal do PSOE e o BNG acadarom um novo ponto de tensom: umha orde de encerramento cautelar do local da Gentalha do Pichelque conta desde há anos com licença, pendente duns arreglos no local que ano tras anos pagamos os sócios com as nossas achegas. Qualquer outro local da cidade (centos deles, inclusive a própria sede do Partido Popular na cidade) seguiria aberto, a vista da realizaçom dessas obras, mas a convivência dos três partidos (uns por acçom outros por inacçom) na cámara municipal por destruirem todos os projectos que lhe som molestos precipitarom os feitos até o ponto que num mês o Centro Social terá que fechar as suas portas. Isso nom rematará com nós, mais porá novas dificultades no caminho do nosso projecto, que durante 5 anos ofereceu aos vizinhos de Santiago e de toda a Galiza actividades, cursos de formaçom, festas e foliadas e sobretodo um lugar onde criar e desenvolver ideias e trabalhos para umha Galiza livre e universal.
Mas temos um praço para soluciarmos este derradeiro problema, e que este encerramento seja só temporal e nom se converta numha briga eterna nos tribunais espanhois. O único que por instalar é um salva-escadas para pessoas com problemas de movilidade. De feito o projecto já está encarregado e os instaladores venhem de caminho, numha semana começaram o seu trabalho. Por desgraça nós nom temos jeito de salvar esse último chanço económico: 10.000 € de obra, e a metade como adiante em menos de três dias.
Por isso esta campanha apresurada. . Ainda que resulte molesto e vergonhento, precisamos da colaboraçom económica de todas as pessoas possíveis para acadar essa cifra num praço tam pequeno. Já estám à venda os bonos de ajuda na Gentalha e existe um número de conta de Caixa Galicia para quem prefira esse método: 2091 0316 92 3000223595. Toda ajuda é importante, e teredes o nosso agredecimento.
Lembrade. manter aberta a Gentalha custa 10.000 €, calar a boca a Conde Roa nom tem preço.
Escrito às 12:48:25 nas castegorias: Associaçom, Outros C. Sociais da Galiza
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Logo após da manifestaçom contra o galego que o colectivo extremista Galicia Bilingüe veio a protagonizar, junto a partidos como a Falange Auténtica ou UPyD e pessoeiros como o novo conselheiro da Presidência, Alfonso Rueda, a polícia espanhola continua a ter no ponto de mira o movimento normalizador do nosso idioma
Conforme informa Ceivar aliás dos 11 detidos imediato à jornada de 8 de Fevereiro - lembremos a data em que se encenou a primeira manifestaçom contra o galego que já tivo lugar no nosso país - 6 pessoas mais teriam sido chamadas a prestar declaraçom em 17 de Junho.
Para isso, as forças policiais, nom duvidarom em chequear informações relativamente a páginas webs, demonstrando que espionagem pode mesmo ser mais umha perigosa arma para acusar pessoas sem qualquer base.
Entretanto, os ataques ao galego continuam desde o novo governo, Feijóo, vem de "garantir" a liberdade de os conselheiros à hora de empregarem as "dúas línguas" do nosso país.
Com efeito, a questom idiomática vai muito além da simples derogaçom do Decreto, esperam tempos escuros, mas estamos a tempo de atalhar os ataques à língua e ao movimento normalizador.
Escrito às 16:25:31 nas castegorias: Novas
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As diferentes assembleias da língua que se fôrom criando em cidades e vilas do país, com o intuito de organizarem moças e moços na defesa da sua língua, coordenam o seu trabalhó a nível nacional sob o mote da MOCIDADE POLA LÍNGUA convovando umha greve no ensino para o próximo mês de maio, nas vésperas do Dia das Letras Galegas.
Da Aguilhoar estamos e estaremos ao lado destas e outras inicitivas na luita pola normalizaçom do nosso idioma que passa indubitavelmente polo monolinguismo social.
Manifesto da Mocidade pola Língua

Na Galiza existe um conflito linguístico: a substituiçom da nossa língua própria polo espanhol. Umha língua alheia foi imposta durante séculos polo poder político e económico e ainda hoje conta com enormes privilégios legais e sociais, o que provoca um lento declive do uso galego que só é parcialmente freado polas iniciativas do movimento normalizador de base.
Na mocidade este feito é especialmente alarmante: por primeira vez na história, a nossa geraçom de moças e moços nom temos como primeira língua o galego.
O ensino é o principal agente desgaleguizador da juventude. Umha legislaçom de mínimos (o decreto 124/07) é sistematicamente incumprido com a cumplicidade da administraçom, o que provoca que miles de nenas e nenos galegofalantes abandonem a sua língua ao remate do ensino obrigatório e ao tempo impede que sectores já espanholizados adquiram um mínimo domínio do idioma do seu país.
Na universidade, sem legislaçom que ampare o galego, a situaçom é ainda pior, situando-se o uso do galego nas aulas do ensino superior entre um ridículo 9% (UdC) e o 20% (USC) de meia.

A imensa maioria dos âmbitos de lazer juvenil estám completamente espanholizados. Cinema, música, videojogos, programas informáticos… Nestes âmbitos a presença do galego é ínfima, ante a indiferença ou mesmo a hostilidade das administraçons e dos meios de comunicaçom, também totalmente espanholizados.
Apesar disto, o galego segue a ser a primeira língua do país, graças à vontade colectiva do nosso povo por manter vivo o seu principal sinal de identidade. Qualquer situaçom de conflito linguístico entre duas ou mais línguas pode resolver-se com a desapariçom da língua mais débil ou bem com a normalizaçom desta. Apostamos por esta última alternativa, no caminho do monolinguismo social que nos traia a normalidade como povo.
Aspiramos a umha Galiza na que toda a sociedade -e particularmente a mocidade- poda desenvolver-se com plena normalidade no nosso idioma. A nosa lingua nacional, e portanto a única que deve ser oficial, é o galego, e é partindo dela que devemos ver o mundo e conhecer outros idiomas e culturas.
Mais informaçom http://mocidadepolalingua.netau.net
Escrito às 12:13:36 nas castegorias: Associaçom
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